- A Rússia disse que responderá caso países permitam que a Ucrânia use seu espaço aéreo para lançar ataques com drones contra portos russos no Mar Báltico, como Ust-Luga e Primorsk.
- Kiev intensificou ataques contra a infraestrutura de exportação de petróleo da Rússia, atingindo os portos de Ust-Luga e Primorsk com drones.
- O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou que há esforços para proteger toda a infraestrutura crítica, mas as instalações não podem ser 100% protegidas contra ataques.
- O conflito continua desde a invasão da Ucrânia pela Rússia, em fevereiro de dois mil e vinte e dois, com ações militares de ambos os lados e ataques aéreos e com drones.
- As autoridades não divulgam números oficiais de baixas; estimativas variam, com relatos de mortes e ferimentos entre civis e militares. Além disso, os EUA afirmam que 1,2 milhão de pessoas ficaram feridas ou mortas na guerra.
A Rússia afirmou que responderá caso países permitam que a Ucrânia utilize o seu espaço aéreo para lançar ataques com drones contra portos russos no Mar Báltico. A declaração foi feita pelo porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, em entrevista a jornalistas nesta terça-feira (31).
Kiev intensificou ataques à infraestrutura de exportação de petróleo da Rússia, com drones mirando os portos de Ust-Luga e Primorsk, no Mar Báltico. As ações representam as ofensivas mais severas contra esses alvos em mais de quatro anos de conflito.
Peskov ressaltou que há esforços para proteger toda a infraestrutura crítica, mas sinalizou que as instalações não podem ser 100% protegidas contra ataques considerados terroristas. Ele não detalhou medidas adicionais.
Contexto da guerra
A invasão russa da Ucrânia teve início em fevereiro de 2022, com Moscou mantendo domínio sobre parte do território ucraniano. Em 2022, Putin assinou decretação de anexação de Donetsk, Luhansk, Kherson e Zaporizhzhia.
A ofensiva russa avança lentamente no leste, enquanto não há sinal de abandono dos objetivos de longo prazo. A Ucrânia tem dito que suas ações visam destruir infraestrutura essencial do Exército russo.
O governo russo tem aumentado ataques aéreos, incluindo operações com drones. Os dois lados negam visar civis, mas o conflito já deixou milhares de mortos, em sua maioria entre civis ucranianos.
As Nações Unidas e autoridades internacionais seguem monitorando a escalada, sem confirmação de números oficiais de baixas militares de ambas as partes. Estima-se que muitas pessoas ficaram feridas ou mortas desde o início do conflito.
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