- EUA reforçam ofensiva no Irã ao deslocar outro porta-aviões, após o incêndio que tirou o USS Gerald R. Ford de operação e levou o navio a Creta para reparos.
- O USS George H. W. Bush foi escolhido para ampliar a posição americana; a llegada ao Oriente Médio é esperada nos próximos dias.
- O navio tem 333 metros de comprimento, mais de 100 mil toneladas, funciona com dois reatores nucleares e pode transportar cerca de noventa aeronaves.
- Em relação ao George H. W. Bush, o projeto inclui melhorias como proa bulbosa, bordas curvas no convés, hangar otimizado e ilha modernizada com sistemas atualizados.
- O USS Gerald R. Ford, com 337 metros e avaliado em US$ 13 bilhões, foi afastado do conflito após falhas e incêndio; a marinha informou que o porta-aviões passará por avaliações, reparos e reabastecimento, sem prazo definido.
O Pentágono deslocou um novo porta-aviões para reforçar a atuação dos EUA no Irã, após o incêndio que atingiu o USS Gerald R. Ford. A decisão envolve manter a presença naval americana na região em meio a operações no Oriente Médio.
O deslocamento ocorreu com a substituição pelo USS George H. W. Bush, que deve chegar ao teatro de operações nos próximos dias. A embarcação homenageia o ex-presidente George H. W. Bush, líder durante a Guerra do Golfo.
Sobre o USS George H. W. Bush
O navio foi iniciado em 2003 e concluído em 2009, com custo estimado na época em US$ 6,2 bilhões. Possui 333 metros de comprimento, pesa mais de 100 mil toneladas e é movido por dois reatores nucleares. Pode transportar cerca de 90 aeronaves.
Entre as inovações estão a proa bulbosa, conveses com bordas curvas, revestimentos leves e hangar otimizado. A ilha de comando foi modernizada, com sistemas de navegação, comunicação e janelas blindadas, além de menor interferência eletrônica.
Ford segue em manutenção
O USS Ford, maior porta-aviões americano, foi afastado de operações no Mar Vermelho para reparos em Creta. O navio tem 337 metros de comprimento e está avaliado em cerca de US$ 13 bilhões. Um incêndio na lavanderia provocou danos e levou à retirada temporária.
Relatos de mídia indicam que a fumaça obrigou marujos a dormirem no piso durante dias, com a necessidade de transferência de roupas entre navios por helicópteros. Também houve problemas recorrentes em sanitários e descargas, levando a críticas sobre a confiabilidade de sistemas considerados inovadores.
Investigações e próximos passos
A Marinha dos EUA instaurou apuração para apurar as causas do incêndio e os danos. O Ford passará por avaliações, reparos e reabastecimento, sem prazo divulgado. As falhas técnicas e os custos de manutenção têm sido alvo de debates entre especialistas.
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