- Pelo menos sete pessoas morreram e outras 24 ficaram feridas em ataques israelenses contra Beirute nesta quarta-feira (1°).
- O Exército de Israel disse ter atingido dois alvos distintos: um comandante sênior do Hezbollah e outro membro importante do grupo alinhado ao Irã, sem identificar mortes.
- A agência libanesa de notícias NNA informou que um ataque em Khaldeh, ao sul de Beirute, matou duas pessoas e feriu outras três; outro ataque em Jnah deixou pelo menos cinco mortos e 21 feridos.
- Uma forte explosão foi ouvida após o ataque nos subúrbios do sul da capital libanesa, na madrugada.
- Na terça-feira (31), o ministro da Defesa de Israel afirmou que, após o conflito, planeja destruição de casas próximas à fronteira para estabelecer uma zona de segurança no sul do Líbano até o rio Litani.
O exército de Israel realizou nesta quarta-feira (1°) uma nova rodada de ataques contra a região de Beirute, no Líbano. Houve uma explosão forte após os ataques que atingiram áreas no sul da capital libanesa. O número de vítimas permanece variável conforme as informações oficiais.
Segundo a estatal libanesa NNA, um ataque atingiu um veículo na área de Khaldeh, ao sul de Beirute, com duas mortes e três feridos. Um segundo ataque atingiu veículos na área de Jnah, em Beirute, onde o Ministério da Saúde informou pelo menos cinco mortos e 21 feridos.
O Exército de Israel afirmou ter atingido dois alvos distintos: um comandante sênior do Hezbollah e outro membro importante do grupo aliado ao Irã, sem identificar nomes nem confirmar fatalidades. Interferências aéreas indicaram danos em áreas próximas ao sul da capital libanesa.
Contexto regional
Na terça-feira (31), o ministro da Defesa de Israel avisou sobre destruição de casas em aldeias próximas à fronteira com o Líbano, citando a necessidade de estabelecer uma zona de segurança e de manter controle até o rio Litani após o fim do conflito com o Hezbollah.
O conflito envolve EUA, Israel e Iran, com reforço de ataques no Líbano e em outros países da região. Autoridades iranianas afirmam mirar apenas interesses de Estados Unidos e Israel, enquanto o Hezbollah tem atuado em retaliação a mortes de lideranças. Diversidade de fontes aponta para elevada violência e deslocamentos na região.
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