- O Irã reduziu a idade mínima de voluntariado na guerra para 12 anos, com incentivos divulgados nas redes sociais.
- A medida ocorre em meio a tensões no Oriente Médio e a altas baixas entre as tropas iranianas.
- O Human Rights Watch classifica a ação como violação de direitos infantis e possível crime de guerra, destacando que crianças não podem consentir plenamente.
- O especialista Ricardo Cabral afirma que o Irã já utilizou adolescentes no passado e que grupos como Hezbollah e Hamas também recorrem a essa prática.
- Alega-se que, se houver oportunidade, crianças podem ir para a linha de frente, o que o pesquisador considera um absurdo.
O Irã reduziu para 12 anos a idade mínima para voluntariado em conflitos envolvendo Estados Unidos e Israel, segundo relatório internacional divulgado recentemente. A medida concentra incentivos aos menores por meio das redes sociais.
Segundo a Guarda Revolucionária, há grande procura entre jovens interessados em servir. O Human Rights Watch aponta que a política viola direitos infantis e pode configurar crime de guerra, dada a incapacidade de consentimento pleno das crianças.
Especialista em segurança e estratégia internacional reforça que o Irã já utilizou adolescentes em conflitos anteriores e cita casos históricos de uso de menores. Também observa que grupos como Hezbollah e Hamas costumam adotar essa prática, explorando a juventude para atividades violentas.
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