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Lula pede a Trump a entrega de brasileiros foragidos nos EUA

Lula diz ter pedido a Trump a entrega de brasileiros foragidos nos EUA, citando o Grupo Refit e cooperação no combate ao crime organizado

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva à esquerda e presidente Donald Trump à direita
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  • Lula afirmou ter pedido a Donald Trump que entregue brasileiros foragidos nos Estados Unidos, em conversa entre os dois presidentes sobre crime organizado.
  • O ex-presidente disse que, para combater o crime organizado, o Brasil está disposto a cooperar, desde que haja a localização e a entrega de brasileiros foragidos.
  • Ele citou o Grupo Refit, antiga Refinaria de Manguinhos, interditada desde setembro de 2025 após operações da Receita Federal e da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis por suspeitas de fraude em importação e comercialização de combustíveis.
  • Lula afirmou que aguarda o dono da Refit, Ricardo Magro, considerado o principal alvo, que mora em Miami e é investigado por fraude e lavagem de dinheiro.
  • O mandatário pediu continuidade da cooperação e afirmou que “esta é uma guerra que nós vamos vencer”.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quarta-feira que pediu ao presidente dos EUA, Donald Trump, a entregação de brasileiros foragidos que estejam nos Estados Unidos. A declaração foi feita durante entrevista à TV Record Bahia, em meio a uma conversa entre chefes de Estado sobre combate ao crime organizado.

Segundo Lula, o Brasil está disposto a colaborar no combate ao crime organizado, desde que haja a devolução de brasileiros acusados de prática criminosa que estejam em território norte-americano. O pedido foi feito no âmbito de uma conversa entre os dois governantes, sem detalhes adicionais tornarem-se públicos na ocasião.

Contexto do caso Refit

O presidente mencionou ainda o Grupo Refit, antiga Refinaria de Manguinhos, interditada desde setembro de 2025 após operações da Receita Federal e da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) que apontaram indícios de fraude na importação e venda de combustíveis. Lula afirmou estar aguardando o principal acionista do grupo, o empresário Ricardo Magro, que vive em Miami e é alvo de investigações por fraude e lavagem de dinheiro.

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