- Emmanuel Macron afirmou, em Seul, que não responderá a declarações de Donald Trump sobre sua vida privada, defendendo foco na desescalada de conflitos e na retomada de negociações.
- Trump teria feito observações sobre a vida pessoal de Macron e sobre a mulher dele, Brigitte, durante almoço privado; o presidente francês disse não entrar nesse tipo de comentário.
- Macron ressaltou que o momento exige tratar de temas sérios, como a guerra no Irã e suas consequências para economias e cidadãos.
- O líder francês pediu cessar-fogo e a retomada de negociações para resolver de forma profunda os conflitos na região.
- Ele citou impactos econômicos do conflito, como alta de preços de combustível e energia, destacando que populações de diferentes países são afetadas pelas consequências da guerra.
Emmanuel Macron, presidente da França, afirmou em Seul que não responderá a falas atribuídas a Donald Trump sobre sua vida privada. O foco, disse, deve ser a desescalada de conflitos e a retomada de negociações.
Durante entrevista, Macron foi questionado sobre comentários de Trump direcionados a ele, que mencionam a vida pessoal do presidente francês. Ele destacou que não entrará nesse tipo de comentário, por tratar-se de questões sérias.
O líder francês afirmou que o momento exige tratar de temas relevantes, como a guerra no Irã e suas consequências. Ele citou impactos econômicos e a influência do conflito na vida cotidiana de cidadãos de vários países.
“Estamos falando de guerras, de pessoas em combate, de civis mortos e das consequências econômicas”, afirmou Macron. Ele ressaltou que não responderá às falas de Trump, por não serem elegantes nem pertinentes ao momento.
APELO POR CESSAR-FOGO E NEGOCIAÇÕES
O presidente francês pediu desescalada, um cessar-fogo e a retomada de negociações para resolver a questão na região. Segundo Macron, esse caminho pode trazer solução profunda para as disputas.
Ele ressaltou a importância de circulação livre e de trocas econômicas entre os países, afirmando que a população sofre com o conflito. Macron apontou que a desescalada é essencial para a estabilidade de parceiros e cidadãos.
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