- A China propõe uma lei para regular avatares criados por IA que imitam pessoas reais, chamados de humanos digitais.
- A proposta exige identificação clara desses avatares para evitar confusão com pessoas de carne e osso.
- O texto prevê restrições de comportamento, incluindo a proibição de vínculos emocionais ou relacionamentos íntimos com menores de 18 anos.
- O projeto está em fase de consulta pública, com participação aberta até o dia 6 de maio.
Uma nova lei proposta na China pode alter organizar o uso de avatares criados por IA que imitam pessoas reais. Os chamados “humanos digitais” são personagens que falam e interagem online. A ideia é exigir identificação clara para evitar confusão com pessoas reais.
O projeto está em fase inicial e foi aberto a consulta pública até 6 de maio. Autoridades apontam a medida como forma de aumentar transparência e proteção aos usuários.
A proposta estabelece regras sobre o comportamento desses sistemas, incluindo a proibição de criar vínculos emocionais ou relacionamentos íntimos com menores de 18 anos. Medidas de fiscalização e sanções devem acompanhar a norma.
Identificação e limitações
Segundo o texto, avatares digitais devem deixar explícito que são criados por IA, por meio de marcas visuais ou linguagem que indique sua natureza artificial. O objetivo é evitar enganos ao interagir com usuários.
A norma prevê санкções para violações, incluindo possíveis multas e restrições de funcionamento. Reguladores destacam o ritmo acelerado do setor de IA na China e a necessidade de equilíbrio entre inovação e proteção do público.
Analistas apontam que a proposta reflete a tendência de regulamentação de tecnologias de conversação. A consulta pública permite ajustes antes de qualquer versão final entrar em vigor.
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