- Cuba começou a libertar presos após a concessão de indulto.
- As libertações ocorreram pouco depois de o governo dos EUA, sob Donald Trump, aliviar o embargo de petróleo à ilha.
- As imagens mostram presos abraçando familiares na prisão de La Lima, em Havana, em 3 de abril de 2026.
- A notícia é divulgada pela agência AFP.
- O relato atualiza o contexto político e humanitário envolvendo as relações entre Cuba e os Estados Unidos.
Cuba começou a libertar presos após a concessão de indulto anunciada pelo governo, com as libertações ocorrendo pouco depois do alívio, pelo governo dos EUA, do bloqueio de petróleo à ilha.
A ação envolve prisioneiros que estavam detidos na capital Havana, entre eles alguns que estavam na prisão de La Lima. A imprensa internacional aponta as libertações como parte de um pacote de medidas anunciadas pelo governo cubano.
O anúncio enfatiza que o indulto teve como objetivo reduzir a população carcerária e facilitar o retorno de indivíduos a suas famílias. Ainda não há números oficiais sobre quantos presos foram beneficiados.
A correspondência entre Cuba e os Estados Unidos se deu em um momento de mudanças nas políticas energéticas entre as duas nações, com repercussões sobre a economia cubana e as condições de vida dos detentos libertados.
Segundo agências, as libertações seguem a decisão de conceder o indulto e refletem um quadro de gradual normalização de relações em determinadas frentes entre Havana e Washington.
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