- Trump ameaçou ampliar a ofensiva dos EUA contra o Irã, mirando pontes e usinas de energia, conforme postagem na Truth Social em 2 de abril de 2026.
- Disse que o Exército americano nem começou a destruir o que restou no Irã e que as pontes viriam antes das usinas.
- Ameaça ocorre dias após Trump celebrar a destruição de uma ponte iraniana e pressionar Teerã por um acordo.
- Cita a ponte suspensa B1, entre Teerã e Karaj, como alvo; a estrutura tem 136 metros de altura e custo estimado de US$ 400 milhões; a imprensa iraniana informou 8 mortos e 95 feridos.
- Em entrevista, Trump afirmou que os EUA vão sair do Irã muito em breve, possivelmente em duas semanas, e que acordo ou não é irrelevante, ainda que haja conversas em curso.
O presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a indicar possibilidade de ataque contra o Irã, sugerindo que pontes e usinas de energia do país podem virar alvos. A mensagem foi publicada na Truth Social na noite de 2 de abril de 2026, segundo o portal Poder360. Ele afirmou que o Exército americano ainda não iniciou a destruição do Irã e que as pontes seriam o próximo objetivo, seguidas de usinas de energia, afirmando que a nova liderança do regime sabe o que precisa ser feito.
Horas antes, Trump havia celebrado a explosão de uma ponte iraniana e pressionado Teerã a fechar um acordo. A ponte suspensa entre Teerã e Karaj, considerada a maior do país, tinha 136 metros de altura e custo estimado de 400 milhões de dólares, conforme informações divulgadas pela imprensa iraniana. Houve relatos de 8 mortes e 95 feridos.
Perspectivas sobre a retirada
Em 31 de março, Trump disse em entrevista que os EUA devem deixar o Irã em breve e que a guerra poderia terminar em duas semanas, ou um pouco mais. O presidente afirmou que, ao final, o país poderia ter deixado o Irã “na idade da pedra”, sem esclarecer se a retirada depende de negociações.
Ainda segundo Trump, a conclusão de acordos não é condição sine qua non para a retirada, embora tenha indicado que há conversas em andamento. As declarações foram divulgadas por meio de redes sociais e repercutiram entre aliados e críticos, sem confirmação oficial de Washington sobre planos específicos. Fontes citam The Guardian e veículos locais como referência para os eventos descritos.
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