- A União Europeia acompanha de perto as mudanças propostas pelo governo dos Estados Unidos, com foco nos impactos para suas exportações.
- A lista de produtos afetados inclui latas de cerveja, cosméticos, máquinas, peças, equipamentos agrícolas e motocicletas.
- As novas regras preveem tarifa de 25% para bens fabricados com metais importados; a tarifa de 50% seguirá para metais como aço, alumínio e cobre; e produto com menos de 15% desses metais em peso poderia pagar tarifa mínima global de 10%.
- A UE mantém contato com autoridades norte‑americana para buscar alívio e reduzir tarifas, alinhando-se ao acordo político de comércio assinado em julho de 2025.
- Também há avaliação de tarifas de até 100% sobre medicamentos de marca, com a UE buscando manter o teto de 15% para esses produtos, conforme o acordo anterior.
A União Europeia está monitorando de perto a decisão dos Estados Unidos de reformular tarifas sobre aço, alumínio e cobre. A medida pode afetar o andamento do comércio transatlântico, segundo informações da UE.
O bloco lista que exportações europeias como latas de cerveja, cosméticos, máquinas, peças, equipamentos agrícolas e motocicletas devem sentir o impacto. A iniciativa define tarifas diversas para produtos com origem em metais importados.
Pelo plano americano, produtos fabricados com metais importados pagariam 25% de tarifa. Metais como aço, alumínio e cobre seguiriam com 50% de sobretaxa, enquanto itens com menos de 15% desses metais em peso teriam tarifa mínima global de 10%.
A Comissão Europeia mantém contato constante com autoridades dos EUA para buscar alívio e reduzir tarifas, alinhando-se ao acordo político alcançado em julho de 2025. O objetivo é evitar prejuízos às exportações da UE.
Medidas para medicamentos e diálogo com Washington
A UE analisa também planos de Washington de aplicar tarifas de até 100% sobre medicamentos de marca, mas espera manter teto de 15% para produtos europeus, conforme o acordo do ano anterior. A prioridade é preservar a previsibilidade do comércio.
A porta-voz da Comissão afirmou que a prioridade é manter um ambiente de comércio transatlântico estável e previsível, ressaltando a atuação constante junto aos EUA para evitar impactos significativos. Com informações de Dow Jones Newswires.
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