- A China divulgou plano de ação para acelerar a integração de IA e outras tecnologias de ponta com a navegação, buscando fortalecer o setor até 2030.
- Até 2027, a meta é integrar IA aos principais elementos da navegação, criar mais de três zonas-piloto, abrir mais de cinco rotas-piloto, ter pelo menos dez cenários típicos de navegação inteligente reproduzíveis e colocar em operação mais de cem embarcações inteligentes.
- O plano é elaborado pelo Ministério do Transporte, pelo Ministério da Indústria e Informática, pela Comissão de Supervisão e Administração de Ativos Estatais do Conselho de Estado e pela Administração Estatal de Regulação do Mercado, ligado ao 15º Plano Quinquenal (2026–2030).
- O documento prevê onze tarefas-chave distribuídas em quatro dimensões: avanços tecnológicos e de equipamentos, ampliação de aplicações-piloto, modernização da infraestrutura e fortalecimento da governança regulatória.
- O objetivo para 2030 é domínio completo das tecnologias essenciais, modelo de desenvolvimento coordenado entre tecnologia, indústria e governança, e padrões internacionalmente avançados na navegação inteligente.
O governo da China divulgou um plano para acelerar a integração de tecnologias de ponta, como IA, ao setor de navegação. O objetivo é fomentar novas forças produtivas de qualidade no país, com foco no desenvolvimento do transporte marítimo e fluvial.
O plano é assinado por quatro órgãos: Ministério do Transporte, Ministério da Indústria e Informatização, Comissão de Supervisão e Administração de Ativos Estatais do Conselho de Estado e Administração Estatal para Regulação do Mercado. A ideia é orientar o 15º Plano Quinquenal (2026-2030).
Etapas de implementação
Até 2027, a meta é integrar IA aos elementos centrais da navegação, avançar em tecnologias-chave e estabelecer zonas-piloto de navegação inteligente. Também prevê abrir cinco rotas-piloto, criar mais de 10 cenários replicáveis e colocar em operação mais de 100 embarcações inteligentes.
Até 2030, o objetivo é dominar tecnologias essenciais, impor um modelo de desenvolvimento coordenado entre tecnologia, indústria e governança, e alcançar padrões internacionalmente avançados na área. O plano define 11 tarefas distribuídas em quatro dimensões.
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