- Bryan Stern, veterano das forças especiais dos EUA e fundador de empresa de resgates, afirma que resgatar o tripulante do F-15 abatido pelo Irã será muito perigoso e complexo.
- Segundo ele, a operação não é simples como em filmes: envolve riscos elevados para helicópteros e equipes em terreno montanhoso e sob fogo.
- Stern citou vídeos que mostram policiais iranianos atirando em dois helicópteros que voavam baixo no sudoeste do Irã, indicando perigos adicionais na área.
- Enquanto isso, as buscas pelo tripulante desaparecido continuam, pois o outro piloto já foi resgatado, conforme a CNN.
- O especialista acredita que a missão deve ocorrer principalmente à noite, devido à superioridade de visão noturna dos EUA, e lembra que o piloto pode estar ferido e com comunicação limitada.
O resgate do tripulante do F-15 abatido pelo Irã é considerado muito perigoso e complexo, afirmou Bryan Stern, veterano das forças especiais dos EUA e fundador de uma empresa especializada em resgates em zonas de conflito.
Stern explicou à CNN que a operação não é simples como na televisão, e que enviar aeronaves envolve riscos elevados. Ele citou vídeos que mostram policiais iranianos atirando em dois helicópteros que voavam baixo no sudoeste do país.
Enquanto isso, as forças americanas continuam as buscas por um dos tripulantes, após o outro ter sido resgatado, segundo fontes da CNN. A prioridade é localizar rapidamente o militar desaparecido.
O especialista ressaltou que os militares estão em fuga há mais de 36 horas, atrás das linhas inimigas, em terreno montanhoso, com comunicação limitada e possivelmente ferido.
Para Stern, a operação de resgate tende a ocorrer à noite, pois os EUA têm melhor visão noturna. O desafio é que o piloto também precisa navegar no escuro para não ser detectado.
Entre na conversa da comunidade