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Resgate de militar nos EUA, o mais complexo, com relatos de fake news da CIA

Resgate do segundo piloto abatido no Irã mobilizou centenas de militares e dezenas de aeronaves, sendo uma das operações mais complexas da história dos EUA

F-15 em operação das Forças Armadas dos EUA no Irã
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  • Os Estados Unidos resgataram o segundo piloto do caça F-15E abatido pelo Irã, em uma operação descrita como uma das mais complexas da história das forças especiais americanas.
  • O militar responsável pelos sistemas de armas, apelidado de “Wizzo”, é coronel da Força Aérea e atuava no assento traseiro da aeronave.
  • O local exato do abatimento não foi confirmado; autoridades iranianas mencionaram as províncias de Kohgiluyeh e Boyer-Ahmad ou Khuzestan.
  • A operação envolveu centenas de militares das forças especiais, dezenas de aviões e helicópteros, sob comando do SEAL Team Six; dois aviões de transporte ficaram presos e foram substituídos por três novas aeronaves.
  • A Agência Central de Inteligência lançou campanha de desinformação para confundir as forças iranianas; o aviador foi levado para o Kuwait para tratamento, sem feridos entre as tropas dos EUA.

O governo dos EUA informou que o resgate do segundo piloto do caça F-15E, abatido pelo Irã na sexta-feira, terminou neste domingo. A operação envolveu centenas de militares, várias aeronaves e helicópteros, além de apoio cibernético e de inteligência. O presidente Donald Trump chamou a ação de milagrosa.

O piloto abatido ejetou na sexta-feira e foi rapidamente resgatado. O militar responsável pelos sistemas de armas, conhecido como Wizzo, permaneceu desaparecido por mais de 24 horas antes de ser encontrado e retirado com segurança. O episódio ocorreu durante a escalada de tensões entre EUA e Irã.

Local do incidente

O abatimento teria ocorrido em uma área montanhosa no Irã, com duas províncias citadas pela imprensa estatal: Kohgiluyeh e Boyer-Ahmad e Khuzestan. A região de Kohgiluyeh é montanhosa no sudoeste, com população rural; Khuzestan é área petrolífera e industrial, com mais de 4,7 milhões de habitantes.

Como ocorreu o resgate

As forças especiais do SEAL Team 6 lideraram a operação, que mobilizou aeronaves de ataque, helicópteros e unidades de espionagem. O resgate foi descrito como uma das missões mais desafiadoras das operações especiais americanas, dadas as condições do terreno e a presença de forças iranianas.

Do que houve acompanhamento

Durante o resgate, houve confrontos entre forças americanas e iranianas de forma não direta. A Guarda Revolucionária informou a queda de um drone dos EUA e houve relatos de atividades de busca na área pela população local. Oficiais afirmam que a prioridade foi evitar confrontos abertos.

Desfecho da missão

O aviador ferido foi levado de helicóptero para o Kuwait, onde recebeu atendimento médico. Segundo fontes oficiais, nenhum militar americano ficou ferido na operação. O incidente também envolveu relatos de ações de desinformação da CIA para confundir as forças iranianas.

Participação da população local

Populações locais supostamente teriam oferecido suporte aos esforços de resgate, com relatos de resistência de tribos montanhosas. Em contrapartida, as autoridades iranianas solicitaram a cooperação da população para localizar o piloto abatido.

Contexto e ferramentas utilizadas

A operação mobilizou recursos multilaterais, como apoio de inteligência, vigilância aérea e coordenação de ataques para manter as tropas próximas ao local de ejeção. As missões de resgate costumam envolver logística complexa e planejamento minucioso para evitar capturas.

Próxima etapa

O militar resgatado permanece sob monitoramento médico na região, com informações oficiais limitadas sobre seu estado de saúde. O governo americano não divulgou novos detalhes sobre desdobramentos operacionais ou consequências políticas.

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