- Imagens de satélite divulgadas pela Airbus mostram crateras ao longo de estradas na região central do Irã, onde o segundo piloto americano foi resgatado neste domingo.
- A cratera principal tem cerca de 12 metros de diâmetro, e há pelo menos dezoito crateras distribuídas pela província de Esfahan, a cerca de 20 quilômetros de uma pista de pouso remota.
- As crateras, com cerca de nove metros de largura, se alinham ao longo das vias, sugerindo ataques de alta precisão que teriam interrompido o tráfego.
- Segundo a CNN, aviões americanos bombardearam para impedir o avanço de tropas iranianas enquanto as forças de operações especiais se aproximavam da área onde o piloto estava escondido.
- A principal cratera fica aproximadamente 30 quilômetros ao noroeste do ponto onde militares dos EUA destruíram parte de suas próprias aeronaves durante a operação de resgate; a confirmação sobre a origem das crateras ainda não foi anunciada.
Imagens de satélite divulgadas pela Airbus mostram crateras ao longo de estradas na região central do Irã, onde o segundo piloto americano foi resgatado neste domingo (5). As crateras aparecem perto do local onde destroços de um F-15E Strike Eagle dos EUA foram encontrados na sexta-feira (3).
A cratera principal, estimada em cerca de 12 metros de diâmetro, fica perto do ponto de impacto. Em conjunto, pelo menos 18 crateras são visíveis na província de Esfahan, a cerca de 20 quilômetros de uma pista de pouso remota onde forças americanas destruíram aeronaves danificadas.
Segundo a CNN, as crateras se estendem ao longo de vias, com aproximadamente 9 metros de largura cada uma, sugerindo ataques de alta precisão que podem interromper o tráfego. Enquanto equipes de operações especiais dos EUA se aproximavam da área montanhosa onde o piloto estava escondido, bombardeios foram realizados para evitar o avanço de tropas iranianas.
Ainda não há confirmação oficial sobre a causa exata das crateras. Especialistas apontam que locais de queda de aeronaves militares costumam sofrer bombardeios para evitar o extravio de equipamentos sensíveis. A cratera principal fica cerca de 30 quilômetros a noroeste do ponto onde as forças americanas destruíram parte de suas próprias aeronaves durante o resgate.
A localização do acidente foi inicialmente indicada pela empresa Obretix e posteriormente confirmada pela CNN, que comparou imagens de montanhas vistas pela mídia estatal iraniana com registros de satélite. Meios de comunicação mencionam apoio logístico internacional para a validação das posições.
Contexto operacional
As imagens corroboram relatos sobre a operação que resultou no resgate do piloto americano. Autoridades não divulgaram detalhes adicionais sobre as motivações dos ataques ou sobre o estado das aeronaves envolvidas. Não houve confirmação de feridos entre civis na região.
Desdobramentos regionais
A divulgação das crateras ocorre após a divulgação de destroços do F-15E em um cenário central iraniano. Autoridades locais indicam que a área permanece sob monitoramento militar, com equipes de apoio técnico em campo para avaliação de danos e segurança.
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