- Trump elevou o tom e disse que destruiria pontes e usinas elétricas do Irã se o estreito de Ormuz não for reaberto até terça-feira, às 11h (horário de Brasília).
- A ameaça foi publicada por Trump na rede Truth, com cobrança pela reopening do estreito.
- No sábado, o presidente já havia dado um ultimato de quarenta e oito horas ao Irã para reabrir o estreito.
- O Irã afirmou que vai permitir passagem de embarcações com bens essenciais e ajuda humanitária pelo estreito.
- Os preços do petróleo subiram desde o início dos ataques; na próxima semana, o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas deve votar uma resolução do Barein para proteger a navegação na região.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elevou o tom em relação ao Irã neste domingo, ao pedir a reabertura do estreito de Ormuz. Caso o estreito permaneça fechado até amanhã, o país ameaça ações contra infraestrutura iraniana a partir de terça-feira.
Trump afirmou que, se o Irã não reabrir o canal, serão atingidas pontes e usinas elétricas do país. As declarações foram feitas publicamente em sua rede social, difundindo um ultimato para que o estreito volte a permitir a passagem de navios.
No sábado, o líder americano já havia dado um prazo de 48 horas para a reabertura. O estreito de Ormuz é um corredor estratégico que movimenta cerca de um quinto do petróleo e do gás natural globais e permanece fechado desde o início de ataques na região.
O Irã informou, no mesmo dia, que permitirá a passagem de embarcações com bens essenciais e ajuda humanitária pelo estreito. A medida visa manter o transporte de itens vitais, apesar do impasse diplomático.
Os preços do petróleo subiram desde o início dos ataques na região, há mais de um mês. Na próxima semana, o Conselho de Segurança da ONU deve analisar uma resolução proposta pelo Barein para proteger a navegação perto do estreito.
Desdobramentos
As autoridades iranianas ainda não se pronunciaram oficialmente sobre medidas adicionais. Analistas apontam que a tensão pode impactar mercados globais e incentivar ações diplomáticas ativas nos próximos dias.
Os líderes internacionais acompanham de perto a escalada, com consumidores e participantes do setor energético buscando entender possíveis impactos sobre suprimentos, contratos e fretes.
Autoridades dos EUA não especificaram detalhes operacionais de futuras ações. O cenário permanece com incertezas sobre como o impasse evoluirá até a próxima fase de negociações e votações diplomáticas.
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