- O diretor da CIA, John Ratcliffe, disse que a agência realizou uma “campanha de engano” para confundir as forças iranianas que tentavam capturar o piloto do F‑15 desaparecido no Irã.
- A operação envolveu táticas de distração para facilitar o resgate do aviador, que ficou duas noites escondido em uma caverna, armado.
- A localização do piloto foi confirmada na manhã de sábado (4) e o resgate ocorreu naquela noite, com autorização de presidente Donald Trump.
- O piloto está se recuperando em uma base americana no Kuwait.
- Ratcliffe elogiou a equipe envolvida na operação, destacando engenhosidade e bravura, e afirmou que a missão foi realizada sem falhas.
A CIA informou que conduziu uma operação de resgate de um piloto de caça F-15 abatido no Irã. A declaração foi feita por John Ratcliffe, diretor da agência, durante entrevista coletiva na Casa Branca na segunda-feira, 6.
Segundo a agência, a operação envolveu uma campanha de engano para confundir as forças iranianas que tentavam localizar o aviador. O objetivo foi encontrar o homem rapidamente, sem permitir captura.
O piloto ficou duas noites oculto em uma caverna, armado, buscando se proteger de possíveis prisões. A missão foi descrita como complexa, semelhante a caçar um grão de areia no deserto.
A localização do piloto foi confirmada na manhã de sábado, 4, e o resgate ocorreu à noite, com autorização do presidente Donald Trump. Ratcliffe destacou a rapidez da operação e o sucesso da equipe.
O aviador permanece em recuperação em uma base militar dos EUA no Kuwait. A CIA elogiou a atuação dos profissionais envolvidos, ressaltando engenhosidade, bravura e liderança política que ordenou a ação.
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