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Estradas com crateras revelam resgate militar dos EUA

Satélites mostram crateras ao longo de estradas no Irã, perto do local de resgate do piloto americano abatido, após ataques para impedir avanço iraniano

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  • Imagens de satélite divulgadas pela Airbus mostram pelo menos 28 crateras ao longo de estradas na província central de Esfahan, a cerca de 20 quilômetros de uma pista de pouso remota onde o segundo piloto americano abatido foi resgatado no domingo.
  • As crateras, com cerca de 9 metros de largura, sugerem ataques direcionados às vias para interromper deslocamentos.
  • Enquanto forças especiais se aproximavam do local, aviões dos EUA realizaram ataques na área para evitar que forças iranianas chegassem antes.
  • O piloto abatido escalou até um cume a 2.100 metros de altitude, equipado apenas com uma pistola, um dispositivo de comunicação e um localizador de emergência, até ser resgatado.
  • A operação envolveu centenas de militares e agentes de inteligência americanos, incluindo a Delta Force e o SEAL Team Six, com apoio da CIA na campanha de desinformação; aeronaves americanas também foram usadas na ofensiva.

Imagens de satélite divulgadas pela Airbus mostram crateras ao longo de várias estradas na província central de Esfahan, a cerca de 20 quilômetros de uma pista de pouso remota. As crateras aparecem no local onde o segundo piloto americano abatido foi resgatado no domingo, 5, no Irã.

Pelo menos 28 crateras, com cerca de 9 metros de largura, foram verificados ao longo de trechos de via. As alterações no pavimento sugerem ataques precisos para dificultar deslocamentos viários na região central iraniana.

A operação envolveu forças especiais dos Estados Unidos, com apoio de aeronaves que conduziam ataques para evitar que iranianos chegassem ao local antes das equipes de resgate. A ação foi associada a esforços para manter o piloto seguro.

O piloto abatido, identificado por autoridades como oficial de sistemas de armas, ficou por mais de um dia em terreno montanhoso, escalando até um cume a 2.100 metros de altitude. Ele contava apenas com uma pistola, um dispositivo de comunicação e um localizador de emergência.

Uma equipe de comandos norte-americana chegou ao local, acompanhada por aviões que lançaram bombas para limpar a área. O resgate ocorreu em meio a condições de terreno acidentado, levando o piloto e os agentes a um ponto seguro.

A operação contou com centenas de militares e agentes de inteligência, incluindo integrantes da Delta Force e do SEAL Team Six, além de agentes da CIA que coordenaram uma campanha de desinformação prévia para confundir potenciais captores iranianos. As informações são apuradas pela CNN, com base em imagens da Airbus.

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