- A guerra entre Estados Unidos e Irã ganhou novas impasses, com Washington e Teerã rejeitando o plano de paz liderado pelo Paquistão, que previa cessar-fogo de 45 dias e reabertura imediata do estreito de Ormuz.
- O Irã disse que não aceita pausas temporárias e apresentou uma contraproposta com dez cláusulas, incluindo fim dos conflitos, protocolo para passagem segura pelo estreito, levantamento de sanções e reconstrução do país.
- A contraproposta iraniana foi comunicada ao Paquistão, segundo a agência oficial Irna.
- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ainda não validou o Acordo de Islamabad; a Casa Branca afirma que a operação Fúria Épica continua.
- Durante a madrugada, houve negociações intensas entre EUA e Irã para um acordo em duas etapas com cessar-fogo imediato, com o Irã se comprometendo a reabrir Ormuz dentro do prazo, sob aviso de até as 21h de segunda-feira; ontem, Trump havia dito que destruiria pontes e usinas do Irã se não abrisse a passagem.
Produzido pela Ri7a – a Inteligência Artificial do R7
O conflito entre Estados Unidos e Irã no Oriente Médio ganhou novo impasse. Nesta segunda-feira (6), Washington e Teerã rejeitaram o plano de paz encabeçado pelo Paquistão, que previa um cessar-fogo de 45 dias e a reabertura do estreito de Ormuz.
O Irã informou que não aceitará pausa temporária no combate, argumentando que o tempo favorecerá Washington, que poderia renovar seu arsenal. O país apresentou uma contraproposta com dez cláusulas para um fim definitivo do conflito.
A proposta iraniana inclui o fim dos confrontos na região, protocolo para passagem segura pelo estreito de Ormuz, levantamento de sanções e reconstrução do país, conforme a agência Irna.
No EUA, o presidente Donald Trump não validou o Acordo de Islamabad, segundo uma autoridade da Casa Branca. A ideia segue na mesa, mas ainda sem confirmação oficial.
Durante a madrugada, houve negociações entre representantes dos dois países para fechar um acordo em duas etapas, que previa um cessar-fogo imediato. O argumento persa é por um fim duradouro do conflito.
A demanda iraniana busca reabrir o estreito de Ormuz dentro do prazo estipulado por Trump, com advertência de fechamento caso não haja acordo. A tensão permanece elevada na região.
Ontem, Trump afirmou que, se o regime dos aiatolás não reabrisse a passagem, destruiria pontes e usinas de energia no Irã, caso a ameaça se confirme, o que elevou a pressão sobre as negociações.
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