- O Irã rejeitou a ideia de cessar-fogo temporário na guerra contra os EUA e Israel, afirmando que isso daria tempo aos inimigos para se reorganizarem.
- O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esmail Baghaei, disse que o Irã quer o fim da guerra e medidas para impedir sua repetição, não um acordo de pausa.
- Baghaei mencionou que já há uma resposta iraniana às exigências americanas, a ser divulgada quando necessário, em relação a uma lista de 15 pontos enviada via Paquistão.
- A proposta foi descrita pelo porta-voz como extremamente excessiva, incomum e ilógica, lembrando a experiência amarga de negociações com os EUA.
- Em paralelo, o porta-voz das Forças Armadas, Ebrahim Zolfaghari, afirmou que retaliação iraniana será severa se houver ataques contra civis, com perdas muito superiores.
O Irã rejeitou um cessar-fogo temporário na guerra contra os EUA e Israel, alegando que a medida daria aos adversários tempo para se reorganizarem e retomarem o conflito. A posição foi anunciada pelo Ministério das Relações Exteriores de Teerã.
O porta-voz Esmail Baghaei afirmou que o Irã busca o fim da guerra e ações para evitar sua repetição. Ele também mencionou ter uma resposta pronta às exigências americanas, sem comentar diretamente as informações sobre um cessar-fogo em negociação.
Baghaei classificou a proposta como extremamente excessiva e ilógica, lembrando a experiência amarga do Irã em negociações com os EUA. Ele destacou que conversas diplomáticas são incompatíveis com ultimatos e ameaças de guerra.
Retaliação em caso de ataques civis: o porta-voz das Forças Armadas, Ebrahim Zolfaghari, disse que, se houver ataques contra civis, o Irã deverá responder com uma retaliação muito maior, com perdas significativamente superiores.
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