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Petro pede ao Brasil ampliar Pix para a Colômbia após relatório dos EUA

Petro pede ao Brasil que estenda o Pix à Colômbia, após crítica da Casa Branca, em meio a debate sobre OFAC e sanções

Presidente da Colômbia, Gustavo Petro
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  • Gustavo Petro pediu ao Brasil que estenda o Pix à Colômbia, em publicação na rede social X.
  • A cobrança ocorreu após um post mencionar o posicionamento crítico de Donald Trump ao Pix.
  • Relatório da Casa Branca classificou o Pix como prejudicial às empresas americanas Visa e Mastercard.
  • Petro rebateu a lista de sanções do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC), dizendo que é inútil para combater o tráfico e serve para perseguir a oposição política.
  • Nos EUA, Trump tem mostrado interesse pelo Pix desde meados de 2025; em julho, houve uma investigação comercial contra o Brasil sob a Seção 301, mencionando serviços de pagamento eletrônico.

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, pediu ao Brasil que estenda o sistema Pix para a Colômbia. A manifestação aconteceu em uma publicação na rede social X, na qual ele afirmou o desejo de implementar a ferramenta no país vizinho.

Petro respondeu a um post que mencionava o posicionamento crítico do ex-presidente Donald Trump ao Pix. A avaliação citada na publicação anterior insinuava impactos negativos da ferramenta para empresas de cartão de crédito no cenário brasileiro.

Na mesma ocasião, Petro criticou a lista de sanções do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC), alegando que o mecanismo é ineficaz no combate ao tráfico de drogas. Segundo ele, o OFAC serve para perseguir a oposição política, o que, na percepção dele, compromete a diversidade política.

Pix na mira de Trump

A ferramenta de pagamentos instantâneos tem sido tema de disputa entre Estados Unidos e Brasil desde meados de 2025. Em julho, autoridades norte-americanas iniciaram uma investigação comercial com base na Seção 301, sem mencionar diretamente o Pix. O documento acusa práticas comerciais desleais ligadas a serviços de comércio digital e pagamento eletrônico no Brasil, alegando restrições ao acesso de exportadores americanos.

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