- Trump afirmou que o Irã poderia ser destruído em menos de um dia se não aceitasse um cessar-fogo, com prazo até 7 de abril, às 21h, para Teerã firmar acordo.
- O governo dos Estados Unidos estabeleceu o prazo até terça-feira, 7 de abril, às 21h (horário de Brasília), para o acordo de cessar-fogo.
- Caso não haja um acordo satisfatório, o Irã seria atingido com força em infraestruturas como plantas energéticas e pontes, conforme Trump; a reconstrução poderia durar mais de 20 anos.
- Trump afirmou que a reabertura do Estreito de Ormuz seria prioridade em um eventual acordo e que os Estados Unidos deveriam cobrar pedágio de navios na passagem.
- O presidente afirmou que prefere administrar o Estreito a permitir que o Irã mantenha o controle, alegando vitória militar dos EUA.
O ex-presidente dos Estados Unidos afirmou, em entrevista aos jornalistas, que o Irã poderia ser destruído em menos de 24 horas se não aceitar um cessar-fogo. O anúncio ocorreu com um prazo de até terça-feira, 7 de abril, às 21h (horário de Brasília) para Teerã firmar um acordo que interrompa o conflito.
Segundo ele, o país está mantendo um avanço sem precedentes, e reiterou que, caso não haja um acordo considerado aceitável pelos EUA, o Irã seria fortemente atingido em infraestrutura estratégica, como usinas de energia e pontes. A reconstrução total, segundo o líder, poderia levar mais de duas décadas.
O mandatário destacou que uma das prioridades de um acordo seria a reabertura do Estreito de Ormuz, com a gestão da passagem marítima sob controle dos Estados Unidos e cobrança de pedágio aos navios que transitem pela região.
Na visão dele, os EUA teriam vencido o confronto militar e deveriam conduzir a administração do estreito para impedir que o Irã utilize a passagem de forma independente. A declaração reforça a posição de endurecimento na negociação prevista para a semana.
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