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Trump detalha resgate de piloto de caça e afirma derrota do Irã em uma noite

Trump afirma que resgate de piloto abatido foi histórico, avisa que o Irã pode ser derrotado em uma noite e pressiona por acordo até o prazo

Presidente Donald Trump detalhou a operação de resgate em entrevista nesta segunda-feira (6)
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  • O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que a operação de resgate do piloto do caça F‑15 abatido pelo Irã foi um extremo sucesso e “entrará para os livros da história”, e disse que o regime iraniano “pode ser derrotado em uma noite”.
  • Trump reforçou que “o país inteiro pode ser eliminado em uma noite” se o Irã não aceitar o acordo até o prazo estabelecido, sugerindo ataques a infraestruturas estratégicas como usinas de energia e pontes.
  • Em coletiva na Casa Branca, ele destacou o sucesso do resgate, dizendo que foi uma das maiores, mais complexas e mais arriscadas operações já realizadas, com tropas enfrentando fogo inimigo próximo.
  • Segundo o presidente, uma segunda operação envolveu 155 aeronaves.
  • O evento contou com a participação do secretário de Guerra, Pete Hegseth, do chefe do Estado‑Maior Conjunto, general Dan Caine, e do enviado especial Steve Witkoff.

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que a operação de resgate de um piloto de caça abatido pelo Irã foi um sucesso histórico e entrará para os livros. A declaração ocorreu durante uma coletiva na Casa Branca.

Trump disse que o regime iraniano pode ser derrotado em uma noite, destacando a possibilidade de ações rápidas caso Teerã não aceite um acordo no prazo estipulado pelos Estados Unidos.

Segundo o presidente, tropas americanas enfrentaram fogo inimigo a curta distância durante a missão. Ele mencionou ainda que houve uma segunda operação com 155 aeronaves.

Na coletiva, Trump reforçou a pressão para que o Irã aceite o acordo, sob risco de ataques a infraestruturas estratégicas, como usinas de energia e pontes. Ele esteve acompanhado de altas autoridades militares.

Entre os presentes estavam o secretário de Guerra, Pete Hegseth, o chefe do Estado-Maior Conjunto, general Dan Caine, e o enviado especial Steve Witkoff.

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