- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o povo iraniano deveria se rebelar contra o governo caso um cessar-fogo fosse declarado, reconhecendo os riscos envolvidos.
- Ele disse que as consequências seriam graves e que protestos poderiam levar a respostas violentas, como serem baleados.
- Trump voltou a ameaçar bombardear usinas de energia e pontes do Irã caso Teerã não aceite o acordo, mantendo postura de pressão.
- As negociações para um cessar-fogo no Irã seguem sem sucesso até o momento; há um prazo definido para terça-feira, às 21h, no horário de Brasília.
- No fim de semana, Trump publicou mensagens nas redes sociais em referência ao prazo final e voltou a usar termos duros sobre infraestruturas iranianas.
Donald Trump estimulou, em coletiva na Casa Branca, uma rebelião popular no Irã caso seja declarado um cessar-fogo. Segundo o presidente, o povo iraniano deveria se levantar, ainda que as consequências fossem graves para quem protestar.
A fala ocorreu enquanto negociações para um cessar-fogo e possível fim do conflito no Irã seguem sem acordo. Trump afirmou que o regime iraniano poderia reagir com repressão, mas manteve a visão de que a população buscaria liberdade.
O presidente também lembrou ameaças anteriores de bombardear infraestruturas iranianas, como usinas de energia e pontes, caso Teerã não concorde com condições exigidas. Tais declarações geram preocupação sobre potenciais crimes de guerra.
O prazo definido por Trump para o Irã é até as 21h, no horário de Brasília, desta terça-feira (7). Ao longo do fim de semana, ele divulgou mensagens sugerindo um horário limite para as negociações se intensificarem.
Antes, Trump publicou alertas com tom duro sobre condições para acordo, ressaltando a possível necessidade de ações contra alvos estratégicos no Irã. Assuntos de segurança internacional acompanham a evolução das negociações.
As negociações continuam sem confirmação de conclusão até o momento, com observadores atentos aos desdobramentos. Autoridades internacionais pedem resolução pacífica e respeito ao direito humanitário.
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