- O presidente Donald Trump criticou aliados da Otan durante entrevista na Casa Branca, dizendo que o atrito começou com a Groenlândia e que os EUA recuaram após repreensão da aliança.
- Afirmou que a falta de comunicação com autoridades iranianas dificulta negociações sobre o Irã.
- Demonstrou irritação com a participação de países da Otan na missão ligada ao conflito com o Irã e citou especialmente o Reino Unido, dizendo que “têm dois porta-aviões velhos e avariados” que “mal funcionam”.
- Em 20 de março, Trump já havia atacado aliados da Otan na Truth Social, chamando-os de covardes e afirmando que a aliança seria “um tigre de papel” sem os EUA.
- Sobre Groenlândia, mencionou estratégias para aumentar influência, incluindo a expansão da presença da Otan. Entre as opções, destacou a criação de um “Domo de Ouro” (defesa antimísseis) como prioridade para proteger os EUA.
Donald Trump voltou a criticar aliados da Otan durante entrevista na Casa Branca nesta segunda-feira (6 abr 2026). O presidente disse estar decepcionado com o bloco e citou a Groenlândia como marco inicial da rixa, afirmando que os EUA recuaram após sermões da aliança.
O republicano afirmou que a falta de comunicação com autoridades do Irã atrapalha as negociações sobre o conflito. Segundo ele, esse entrave dificulta avanços diplomáticos e reforça a frustração com o alinhamento entre os aliados.
Ainda durante a entrevista, Trump criticou a participação de países da Otan em uma missão militar ligada ao conflito com o Irã. Ele comentou de forma contundente a situação da capacidade militar do Reino Unido, dizendo que dois porta-aviões estariam velhos e com problemas operacionais.
EUA x Groenlândia
Washington tem estudado estratégias para ampliar influência no território entre o Atlântico e o Ártico. Entre as opções estão ampliar a presença da Otan na região, obter soberania parcial ou impedir que adversários explorem terras-raras da ilha.
Segundo o presidente, a prioridade seria a criação de um Domo de Ouro, um shield antimíssil em várias camadas para proteger o território norte-americano. O projeto busca fortalecer a defesa frente a possíveis ameaças.
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