- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez nova ameaça ao Irã por redes sociais, afirmando que “uma civilização inteira morrerá esta noite” e que é “um dos momentos mais importantes da história do mundo”.
- O texto informa ataques norte-americanos pela segunda vez à ilha de Kharg, que concentra 90% das exportações de petróleo do Irã, e que foram direcionados a alvos militares.
- Segundo o especialista Vitelio Brustolin, Israel também ataca pontes, trens, aeroportos e edifícios, enquanto o Irã ameaça deixar o Oriente Médio no escuridão.
- Brustolin comenta que Trump foca no petróleo do Irã desde antes de ser político e que a Marinha dos Estados Unidos já discutia o fechamento do estreito de Ormuz desde a década de oitenta, o que ajuda a entender a escalada atual.
O presidente dos EUA, Donald Trump, fez nova ameaça ao Irã por meio das redes sociais nesta terça-feira (7). Em publicação, ele afirmou que uma civilização morrerá nesta noite e que o momento é decisivo para a história mundial.
Ataques atingiram novamente o território iraniano pouco antes do fim do prazo associado às declarações de Trump. A ilha de Kharg, que concentra grande parte das exportações de petróleo do Irã, seria alvo de operações militares, segundo relatos de analistas.
Segundo o especialista em relações internacionais Vitelio Brustolin, Trump já tratava o petróleo do Irã como tema central mesmo antes de entrar na política. A situação é apresentada como parte de uma escalada envolvendo o estreito de Ormuz, no Golfo.
Brustolin ressaltou que, desde a década de 1980, a Marinha dos Estados Unidos simulou cenários envolvendo o fechamento do estreito de Ormuz. Para ele, não é possível afirmar que a marinha desconhecia as consequências de uma guerra nessa região.
O contexto atual envolve tensão entre Estados Unidos, Israel e o Irã, com relatos de ataques a alvos militares e ameaças de desestabilização regional. A comunidade internacional acompanha os desdobramentos e os impactos sobre a energia na região.
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