- O governo dos EUA classificou o cessar-fogo no Oriente Médio como uma “vitória”, segundo a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt.
- O Iraque elogiou o cessar-fogo e pediu diálogo sustentável; o governo israelense afirmou ter aceitado interromper os bombardeios enquanto durar a trégua, mas não confirmou oficialmente.
- O acordo não inclui o Líbano, o que contradiz declarações do Paquistão, que atua como mediador.
- Mesmo com o anúncio, houve ataques do Irã contra Israel, além de registros de ações no Kuwait e nos Emirados Árabes Unidos.
- A imprensa aponta que o acordo entre Irã e Estados Unidos pode permitir que o Irã cobre taxa de navios que passarem pelo estreito de Ormuz.
O governo dos EUA classificou o cessar-fogo no Oriente Médio como uma vitória. A secretaria de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que a vitória foi conquistada pelo presidente e pelas Forças Armadas. A declaração foi publicada nas redes sociais.
O Iraque elogiou o cessar-fogo e pediu diálogo sustentável. Segundo informações, Israel concordou em interromper os bombardeios enquanto durar a trégua. O governo israelense divulgou uma nota, mas não confirmou oficialmente a suspensão completa dos ataques.
O Paquistão, que media o acordo, informou que o cessar-fogo não inclui o Líbano. O primeiro-ministro Shehbaz Sharif convidou líderes dos EUA e do Irã para negociarem um acordo permanente nesta sexta-feira. Ataques recentes também foram noticiados.
Reações e desdobramentos
Pelo menos dois ataques do Irã contra Israel foram registrados após o anúncio. A imprensa americana informou que houve ações também no Kuwait e nos Emirados Árabes Unidos. A Associated Press afirma que o acordo permitirá cobrança de taxas de navios no estreito de Ormuz.
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