- EUA e Irã anunciam cessar-fogo na guerra no Oriente Médio, com suspensão de ataques por duas semanas e a reabertura do estreito de Ormuz.
- O Irã apresentou uma proposta de dez pontos; segundo Donald Trump, os principais impasses teriam sido superados.
- O Conselho de Segurança Nacional iraniano afirmou que o acordo tem aval do líder supremo e pediu apoio da população; sem progresso, ataques podem ser retomados.
- O Irã afirma ter obtido vitória e mantém exigências como fim das sanções, controle do estreito e direito de continuar o enriquecimento de urânio; passagem pelo estreito seria coordenada pelas Forças Armadas.
- O conflito já atingiu autoridades iranianas, com ataques a Israel e a alvos dos EUA no Oriente Médio, além de restrições de tráfego no estreito, afetando comércio global e o preço do petróleo.
Estados Unidos e Irã anunciaram um acordo de cessar-fogo na guerra no Oriente Médio, nesta terça-feira (7). A proposta de dez pontos, apresentada pelo Irã, prevê a suspensão de ataques por duas semanas, com a reabertura do estreito de Ormuz entre os avanços mais relevantes. A notícia foi divulgada por autoridades americanas, incluindo o presidente Donald Trump.
O Conselho de Segurança Nacional iraniano afirmou que as negociações contam com o aval do líder supremo e pediu apoio da população, avisando que a retomada dos ataques pode ocorrer caso não haja progresso. As partes afirmaram que as medidas são temporárias e condicionadas ao cumprimento dos termos acordados.
O Irã afirmou ter obtido uma vitória nas tratativas e manteve exigências, como o fim das sanções econômicas, a preservação do controle do Estreito de Ormuz e o direito ao enriquecimento de urânio. Durante o período de dois semanas, a passagem pelo estreito ficaria sob coordenação das forças armadas iranianas.
O conflito teve como alvo autoridades do regime iraniano, incluindo o líder supremo Ali Khamenei, que foi citado como morto no início da ofensiva. Em resposta, o Irã realizou ataques a Israel e a alvos ligados aos EUA na região, além de restringir o tráfego no estreito, impactando o comércio e o preço do petróleo.
Especialistas ressaltam que a abertura do estreito de Ormuz pode facilitar o fluxo de petróleo e gás na região, mas depende do cumprimento integral do acordo. O próximo passo envolve monitorar o cumprimento dos prazos e as ações que cada lado tomará caso haja violações.
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