- Um incêndio atingiu o complexo petroquímico de Jubail, principal polo industrial da Arábia Saudita, após ataque reivindicado pelo Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica do Irã.
- O Irã afirmou ter atacado o complexo, mas ainda não ficou claro quais instalações foram atingidas.
- A defesa aérea saudita informou ter interceptado e destruído sete mísseis balísticos lançados contra a região leste; os destroços teriam caído perto de instalações de energia.
- O complexo é operado pela Saudi Aramco, com participação da SABIC e de outras empresas internacionais; a Aramco não comentou o ataque até o momento.
- Autoridades sauditas, israelenses e norte-americanas vêm acompanhando o desdobramento do conflito regional envolvendo o Irã e seus aliados.
O fogo atingiu o complexo petroquímico de Jubail, no leste da Arábia Saudita, após um ataque reivindicado pelo Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica do Irã. O incidente foi registrado na região industrial de Jubail, parte do polo industrial do país, segundo as informações disponíveis.
O Ministério da Defesa saudita afirmou ter interceptado e destruído sete mísseis balísticos lançados contra a região leste. Destroços teriam caído próximo a instalações de energia, conforme vídeos divulgados pela imprensa. Ainda não está claro quais unidades do complexo foram atingidas.
O complexo envolve projetos bilionários da Saudi Aramco, da SABIC e de parceiros internacionais. A Aramco não se pronunciou sobre o ataque, e nem a SABIC nem o gabinete de comunicação do governo saudita responderam de imediato.
Contexto regional
O confronto entre EUA, Israel e o Irã vem se intensificando desde o início de 2024, com ações militares e retaliatórias na região. Autoridades iranianas continuam a divulgar ataques contra alvos regionais, segundo relatos oficiais.
Mais de 1.750 civis teriam morrido no Irã desde o início do conflito, conforme organizações de direitos humanos com sede no exterior. Em resposta, autoridades americanas reportaram perdas de soldados em ações associadas aos ataques iranianos.
Desdobramentos
O confronto se estende por vários países da região, incluindo ataques entre facções apoiadas pelo Irã e ataques aéreos de Israel. O Hezbollah também participou de ações no Líbano, em retaliação a ocorrências anteriores. Países da região mantêm operações militares e diplomáticas ativas.
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