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Paquistão pede a Trump prorrogação de prazo para o Irã por duas semanas

Paquistão pede cessar-fogo de duas semanas e prorrogação do prazo para o Irã, para que a diplomacia alcance o fim da guerra

O presidente dos EUA, Donald Trump, durante coletiva de imprensa na Casa Branca nesta segunda-feira (6)
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  • O primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, pediu um cessar-fogo de duas semanas para favorecer a diplomacia na guerra envolvendo o Irã.
  • Sharif também solicitou a Donald Trump que estenda o prazo imposto ao Irã por mais duas semanas.
  • O Paquistão, junto com Egito, Turquia e Arábia Saudita, atua como mediador entre as partes em conflito.
  • Também pediu que o Irã reabra o Estreito de Ormuz durante esse período.
  • O texto menciona a morte de parte da liderança iraniana, a eleição de Mojtaba Khamenei como novo líder supremo e críticas de Trump à escolha.

O primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, pediu aos envolvidos no conflito no Irã que adotem um cessar-fogo de duas semanas para permitir que a diplomacia avance rumo a uma solução definitiva. Ele também solicitou que o presidente dos EUA, Donald Trump, estenda o prazo imposto ao Irã por mais duas semanas e que o Estreito de Ormuz seja reaberto nesse intervalo.

Sharif fez o apelo em publicação nas redes sociais, ressaltando o papel do Paquistão, do Egito, da Turquia e da Arábia Saudita como mediadores entre as partes em guerra. A mensagem cita autoridades dos EUA e do Irã como contatos para negociações.

Os esforços diplomáticos, segundo a declaração, avançam de forma constante, firme e eficaz, com potencial de gerar resultados substanciais em breve. O texto também destaca a participação de negociadores de ambos os países.

Contexto do conflito

O conflito no Oriente Médio envolve os Estados Unidos, Israel e o Irã. Segundo a narrativa veiculada, as hostilidades começaram em 28 de fevereiro, com um ataque coordenado que, na versão apresentada, resultou na morte do líder supremo Ali Khamenei em Teerã.

Autoridades iranianas teriam respondido com ataques a diversos países da região, incluindo Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia, Iraque e Omã, segundo a linha do relato. Diversos alvos militares, navios e defesas aéreas teriam sido atingidos, conforme as informações.

O conflito também teria se expandido para o Líbano, onde o Hezbollah, aliado do Irã, atacou território israelense em retaliação. O texto cita ofensivas aéreas de Israel contra alvos no Líbano, com centenas de mortos no território libanês.

Nova liderança no Irã

Após a perda de grande parte de sua liderança, um conselho iraniano teria elegido Mojtaba Khamenei como novo líder supremo. Especialistas citados na nota indicam que a continuidade da repressão é esperada, sem mudanças estruturais significativas.

O material menciona ainda críticas de Donald Trump à escolha, classificando a nomeação como um grande erro e sugerindo que ele deveria estar envolvido no processo de definição da liderança.

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