- Ataque israelense na cidade portuária de Sidon, no Líbano, deixou ao menos oito mortos e 22 feridos, segundo o Ministério da Saúde.
- O ataque ocorreu na quarta-feira (7) e equipes de bombeiros trabalharam entre escombros enquanto moradores reuniam-se nas ruas.
- Na mesma terça-feira, o presidente dos EUA, Donald Trump, concordou com um cessar-fogo de duas semanas com o Irã; autoridades da Casa Branca disseram que Israel também aceitou o cessar-fogo e a suspensão de bombardeios.
- O premiê paquistanês, Shehbaz Sharif, disse que o acordo incluiria a suspensão da campanha israelense no Líbano, mas o premier de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que isso não ocorreria.
- A notícia cita confirmação de dois funcionários da Casa Branca sobre o cessar-fogo e a suspensão dos ataques.
O Ministério da Saúde do Líbano informou que Israel atacou a cidade portuária de Sidon na quarta-feira, 7, com atualização divulgada na quarta-feira, 8. Ao menos oito mortos e 22 feridos foram registrados. Bombeiros e equipes de emergência trabalharam entre escombros nas ruas da cidade.
O ataque ocorreu em Sidon, a oeste do país, e não houve divulgação imediata de um objetivo específico. Familiares e vizinhos se reuniram nas vias afetadas enquanto equipes de resgate buscavam vítimas sob destroços.
Dezenas de pessoas passaram a acompanhar os trabalhos de resgate, com sirenes e iluminação de emergência durante a noite. As autoridades libanesas afirmaram que o episódio eleva a tensão na região, já marcada por confrontos e deslocamentos.
Contexto internacional
Na mesma quarta-feira, o presidente dos EUA, Donald Trump, informou ter chegado a um cessar-fogo de duas semanas com o Irã. A declaração foi feita menos de duas horas antes de um prazo imposto por ele para reabrir o Estreito de Ormuz, sob pressão sobre a infraestrutura civil.
Dois funcionários da Casa Branca confirmaram que Israel aceitou o cessar-fogo de duas semanas e a suspensão de ataques contra o Irã. O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, disse que o acordo incluiria a suspensão da campanha israelense no Líbano, algo negado posteriormente por Netanyahu.
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