- Mesmo com o anúncio de cessar-fogo, ataques aéreos de Israel contra o Irã continuam, e mísseis e drones iranianos atingem Israel, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Bahrein e Kuwait; em Abu Dabi, uma unidade de processamento de gás pegou fogo após bombardeio.
- Israel retomou ataques a posições do Hezbollah no sul do Líbano; oito pessoas morreram e 22 ficaram feridas, segundo o Ministério da Saúde libanês.
- Não há horário definido para o início da trégua de duas semanas.
- O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou apoiar o acordo de cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã, mas o pacto não engloba o combate ao Hezbollah no Líbano.
- O secretário-geral da ONU, António Guterres, celebra a trégua e pede esforço para um acordo definitivo de paz; o enviado especial Jean Arnault está no Oriente Médio para apoiar esse objetivo.
Em Abu Dabi, uma unidade de processamento de gás pegou fogo após ser bombardeada, enquanto a região seguia sob intensos ataques. O cessar-fogo anunciado não encerrou as hostilidades, segundo relatos de autoridades locais.
Israel manteve ataques aéreos contra o Irã, apesar do acordo de trégua. As ações também atingiram posições de milícias aliadas ao Irã em várias frentes, elevando a tensão na região.
O Irã continuou a lançar mísseis e drones contra Israel, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Bahrein e Kuwait. Em Abu Dabi, a explosão em uma unidade de processamento de gás foi confirmada por autoridades locais.
Não há um horário definido para o início da trégua de duas semanas, conforme informado por fontes oficiais. A indefinição dificulta a avaliação de risco para civis na região.
Em outra frente, Israel realizou ações contra posições do Hezbollah em cidades do sul do Líbano. O Ministério da Saúde libanês informou oito mortos e 22 feridos na ofensiva.
Secretário-geral da ONU celebra acordo
O secretário-geral da ONU, António Guterres, elogiou a trégua de duas semanas entre EUA e Irã e pediu que as partes avancem para um acordo duradouro. A ONU ressaltou a necessidade de proteção de civis.
O enviado especial Jean Arnault permanece no Oriente Médio para apoiar esforços de paz, conforme comunicado da organização. A comunidade internacional acompanha a evolução do cessar-fogo.
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