- Um relatório de inteligência, acessado pela Reuters, indica que o FBI alertou forças policiais sobre possível ameaça de ataques iranianos a alvos importantes nos Estados Unidos, como instalações militares e governamentais.
- A Casa Branca minimizou publicamente a possibilidade de ataques.
- O pesquisador Lier Ferreira, da Universidade Federal Fluminense, concorda com a avaliação prudente da Casa Branca e vê sem risco iminente para instituições, pessoas ou empresas nos EUA.
- Ferreira afirma que o Irã enfrenta grandes desafios, incluindo retaliações potenciais dos EUA e de Israel, o que reforça o ceticismo sobre ataques coordenados.
- Há possibilidade maior de ataques internos promovidos por “lobos solitários” radicalizados pelas redes sociais, com acesso a explosivos, agindo em nome da República do Irã.
Um relatório de inteligência dos Estados Unidos, acessado pela Reuters, aponta que o FBI havia alertado forças policiais sobre uma potencial ameaça de ataques iranianos a alvos nos EUA, como instalações militares e governamentais. A Casa Branca minimizou publicamente o risco.
Lier Ferreira, pesquisador da UFF, concorda com a avaliação de prudência, mas não enxerga risco iminente para instituições ou pessoas no território americano. O especialista destacou que alertas de agências de inteligência são comuns, mas nem sempre se confirmam.
Ferreira explicou no Conexão Record News que o Irã está diante de pressões externas, como ataques de EUA e Israel, o que complica qualquer resposta coordenada. O pesquisador aponta, contudo, para cenários de maior probabilidade de ações internas.
Segundo o especialista, há maiores chances de incidentes internos provocados por um chamado “lobo solitário” radicalizado pelas redes sociais, com acesso a explosivos e disposição de agir em nome da República do Irã.
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