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EUA enviam delegação ao Paquistão para cessar-fogo com Irã

Delegação dos EUA parte para Islamabad para negociar cessar-fogo definitivo com o Irã, com foco na reabertura do estreito de Ormuz após novos ataques

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  • EUA enviam delegação a Islamabad para negociar um cessar-fogo permanente com o Irã, liderada pelo vice‑presidente, J. D. Vance, com Steve Witkoff e Jared Kushner; viagem marcada para sábado, onze de abril de 2026.
  • o Paquistão é escolhido como sede por atuar como mediador no conflito.
  • objetivo principal é a reabertura do estreito de Ormuz; a Casa Branca afirma que Trump quer ver o estreito reaberto imediatamente.
  • os EUA dizem que a ofensiva de mais de cinco semanas atingiu seus objetivos, mas reconhecem que o cessar-fogo é frágil e demanda tempo para consolidar.
  • Irã informou violação da trégua após ataques a ilhas Lavan e Sirri; houve also tensão com Israel e novos ataques regionais envolvendo Kuwait, Arábia Saudita e Emirados Unidos.

A Casa Branca informou que uma delegação dos Estados Unidos viajará a Islamabad, Paquistão, no sábado (11 de abr) para negociar um cessar-fogo permanente com o Irã. A missão será liderada pelo vice-presidente J.D. Vance, com participação do enviado especial Steve Witkoff e de Jared Kushner.

Segundo a porta-voz Karoline Leavitt, o Paquistão foi escolhido por atuar como mediador no conflito. A reabertura imediata do estreito de Ormuz aparece entre as prioridades norte‑americanas, segundo ela.

A expectativa é buscar um acordo estável que substitua o cessar-fogo vigente. Leavitt disse que o presidente Donald Trump quer ver o estreito reaberto rapidamente, sem limitações, porém reconheceu que a consolidação de um acordo duradouro exige tempo.

Bombardeios após a trégua

O Irã informou que a trégua foi violada com ataques a duas ilhas iranianas no Golfo Pérsico. Shana, a agência de notícias do setor de petróleo, relatou uma explosão numa refinaria na ilha de Lavan e, em seguida, outra em Sirri. O governo iraniano classificou os eventos como violações da trégua.

Abbas Araghchi, ministro das Relações Exteriores do Irã, mencionou violações do cessar-fogo em ligação com o comandante das Forças Armadas do Paquistão. O comunicado do ministério iraniano detalhou o _frente_ diplomático entre Teerã e Islamabad.

Israel também participou do adiçamento do conflito, com alertas de evacuação no sul de Beirute e em Tiro, no Líbano. Os ataques na região já resultaram em mais de 250 mortes, segundo fontes locais. O Irã respondeu aos ataques com ações contra Kuwait, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos.

Repercussões internacionais

O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, pediu moderação em rede social diante da escalada. Ele ressaltou que houve violações do cessar-fogo em pontos da área de conflito, prejudicando o processo de paz.

O acordo de cessar-fogo entre EUA e Irã foi firmado menos de 24 horas antes dos novos incidentes. O pacto já enfrentava tensões decorrentes de ataques israelenses ao Líbano e do fechamento do estreito de Ormuz, segundo fontes oficiais.

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