- O Exército de Defesa de Israel afirmou ter realizado a maior ofensiva coordenada desde o início do conflito, atingindo mais de 100 centros de comando e bases do Hezbollah.
- Os ataques teriam ocorrido em Beirute, no Vale do Bekaa e no sul do Líbano.
- O IDF disse que grande parte das instalações atingidas ficava em áreas civis, acusando o Hezbollah de usar moradores como escudos humanos.
- O Exército afirmou que continuará atuando contra o Hezbollah e que não permitirá danos a civis israelenses.
- O gabinete do primeiro-ministro afirmou que o cessar-fogo com o Irã não inclui o território libanês; desde o início da ofensiva, o Líbano registra pelo menos 1.530 mortes, incluindo 130 crianças, e milhares de feridos.
O Exército de Defesa de Israel (IDF) afirmou nesta quarta-feira que realizou a maior operação militar coordenada desde o início do conflito no Líbano, atingindo mais de 100 alvos do Hezbollah. Os ataques ocorreram em Beirute, no Vale do Bekaa e no sul do país.
Segundo o IDF, as ações visaram centros de comando e bases do grupo apoiado pelo Irã. A narrativa oficial aponta que uma parcela significativa das instalações ficava em áreas civis.
O Exército informou que continuará atuando contra o Hezbollah e que não permitirá que civis israelenses sejam prejudicados.
O gabinete do primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, afirmou que o cessar-fogo com o Irã não inclui o território libanês. A declaração amplia o cenário de tensões na região.
Contexto regional
Desde o início da ofensiva, o Ministério da Saúde do Líbano registrou ao menos 1.530 mortes, incluindo 130 crianças, além de milhares de feridos. Autoridades locais monitoram impactos humanitários e procura por famílias afetadas.
O IDF também informou que as ações visam interromper a capacidade operacional do Hezbollah na região. Não houve confirmação de novas operações ou evacuações massivas anunciadas pelo governo israelense.
A organização Hezbollah não comentou oficialmente os relatos de ataques, que seguem em meio a um surto de violência entre Israel e grupos armados na região. Autoridades libanesas ressaltam a necessidade de proteção a civis.
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