- O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, afirmou que ainda há muito trabalho para reabrir o Estreito de Ormuz após o anúncio de cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã.
- A declaração foi feita durante uma viagem ao Golfo, onde ele ficará em contato com líderes regionais.
- Em discurso a militares na Arábia Saudita, Starmer disse que o cessar-fogo precisa ser permanente e permitir a paz desejada.
- Ele ressaltou que o Estreito de Ormuz tem impacto global, inclusive no comércio de energia.
- Na terça-feira, a ministra das Relações Exteriores, Yvette Cooper, falou com o secretário de Estado americano, Marco Rubio, sobre medidas diplomáticas para a reabertura do estreito, incluindo a reunião liderada pelo Reino Unido na semana passada com mais de quarenta países.
O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, afirmou que ainda há muito trabalho a fazer para reabrir o Estreito de Ormuz, após o anúncio de cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã. A declaração ocorreu durante uma viagem ao Golfo, em agenda já prevista antes do acordo.
Em discurso a militares de uma base na Arábia Saudita, Starmer destacou a importância de tornar o cessar-fogo permanente e de avançar com medidas para manter o Estreito aberto, visto como essencial para o comércio global de energia. O dirigente ressaltou o impacto do estreito em todo o mundo.
Ele reforçou que é responsabilidade dos aliados garantir a passagem de energia pelo canal e estabilizar os preços no Reino Unido, citando o papel estratégico do Estreito de Ormuz na oferta mundial de petróleo e gás.
Na agenda diplomática, a chefe da pasta das Relações Exteriores, Yvette Cooper, manteve, na terça-feira, conversa com o chanceler dos EUA, Marco Rubio. O enfoque foram medidas para assegurar a reabertura do Estreito, incluindo a reunião liderada pelo Reino Unido na semana passada, que reuniu mais de 40 países para discutir o tema.
A cooperação internacional continua como eixo central, com o objetivo de estruturar garantias para o trânsito de energia e reduzir incertezas sobre preços globais, especialmente diante do atual cessar-fogo entre as potências regionais. A avaliação sobre próximos passos permanece sob análise das partes envolvidas.
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