- Um integrante do alto escalão do Hezbollah foi morto em ataque no Líbano nesta quinta-feira.
- O governo de Israel afirma não haver cessar-fogo, mas pode negociar a paz; o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu disse que as negociações envolveriam o desarmamento do Hezbollah.
- O presidente do Líbano, Joseph Aoun, pediu o fim dos ataques para que as conversas avancem.
- Em reação, o Hezbollah lançou 170 foguetes contra o norte de Israel e mais de um milhão de pessoas foram deslocadas na região.
- No centro de Israel, a vida voltou ao normal após o anúncio de um cessar-fogo com o Irã; Tel Aviv retomou atividades e o espaço aéreo foi reaberto.
Um integrante de alta liderança do Hezbollah foi morto nesta quinta-feira no Líbano, em ataque ainda sem confirmação de responsabilidade. O episódio ocorre em meio a tensões na região. O governo de Israel afirmou não haver cessar-fogo fechado, mas sinalizou abertura para negociações de paz. O primeiro-ministro Netanyahu disse que as negociações devem mirar o desarmamento do Hezbollah.
O governo israelense mantém a posição de que não existe acordo de paz definitivo, mas busca um acordo histórico. Netanyahu afirmou que as conversas devem priorizar a retirada do grupo armado do Líbano, mantendo o foco na segurança regional.
O presidente do Líbano, Michel Aoun, pediu o fim dos ataques para que as conversas avancem. Em entrevista a uma emissora americana, Aoun ressaltou a importância de reduzir as hostilidades para facilitar o diálogo.
Contexto regional
Ali Yusuf Harshi, sobrinho e secretário pessoal do líder do Hezbollah, foi identificado entre as vítimas no ataque. A ofensiva gerou cenas de destruição e o deslocamento de moradores em várias regiões do Líbano.
Câmeras de segurança registraram a explosão em uma rua do Líbano. Em resposta, o Exército libanês confirmou que medidas de segurança foram reforçadas para evitar novas retaliações. A região registrou deslocamento de mais de um milhão de pessoas.
O Hezbollah retaliou com aproximadamente 170 foguetes lançados ao norte de Israel. Em contrapartida, o centro de Israel apresentou sinais de normalização após a notícia de um possível cessar-fogo com o Irã.
Contexto interno de Israel
Em Tel Aviv, restrições foram flexibilizadas com a retomada de atividades em bares, restaurantes e escolas. O espaço aéreo foi reaberto completamente após 40 dias de restrições, e moradores relataram sensação de alívio, mas cautela quanto a nova escalada.
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