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Israel mata mais três jornalistas em 24 horas no Líbano e em Gaza

Três jornalistas mortos em um dia elevam o total no Líbano a sete; ataques atingem Gaza e Líbano, CPJ exige ação internacional

People carry the bodies of the Palestinians killed during Israeli strikes, amid the ongoing conflict between Israel and Palestinian Islamist group Hamas, in Khan Younis in the southern Gaza Strip, November 3, 2023. REUTERS/Mohammed Salem
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  • A Força de Defesa de Israel informou ter assassinato três jornalistas em um dia, um em Gaza e dois no Líbano, elevando para sete o total de profissionais mortos no Líbano desde dois de março.
  • No Líbano, Ghada Daikh, da Rádio Sawt Al-Farah, foi morta em Tiro; Suzan Al-Khalil, da emissora Al-Manar, também perdeu a vida no mesmo dia.
  • Em Gaza, Muhammad Washah, da Al-Jazeera, foi morto quando o carro em que viajava foi atingido por drone; o Exército afirmou que ele atuava como jornalista para promover atividades terroristas.
  • A Al-Jazeera classificou o ataque como crime hediondo e disse que Washah trabalhava na empresa desde dois mil e dezoito; a emissora negou que ele fosse do Hamas.
  • O Comitê de Proteção aos Jornalistas condenou os três assassinatos, dizendo que não foram incidentais e pedindo ação internacional para defender a liberdade de imprensa; Gaza registra 262 jornalistas mortos desde outubro de mil e vinte e três.

A Força de Defesa de Israel (FDI) confirmou a morte de três jornalistas em um único dia: dois no Líbano e um na Faixa de Gaza. O total de profissionais de mídia mortos em bombardeios israelenses no Líbano chega a sete desde 2 de março.

No Líbano, Ghada Daikh, da Rádio Sawt Al-Farah, foi morta em Tyro, no sul do país. Suzan Al-Khalil, da emissora Al-Manar, também perdeu a vida no mesmo dia.

Em Gaza, o jornalista Muhammad Washah, da Al-Jazeera, morreu após um drone atingir o carro em que viajava, a oeste da cidade de Gaza. A FDI afirmou que Washah atuava sob disfarce de jornalista para promover atividades contra as forças de Israel, alegação rejeitada pela Al-Jazeera, que trabalha lá desde 2018.

O Comitê de Proteção aos Jornalistas (CPJ), com sede em Nova York, condenou os três ataques e afirmou que os homicídios não são incidentais, mas parte de um ataque maior contra a liberdade de imprensa, pedindo ação internacional.

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