- Mesquita de Al-Aqsa, em Jerusalém, reabriu nesta quinta-feira (9) após 40 dias fechada por decisão de Israel.
- Centenas de fiéis muçulmanos foram ao local ao amanhecer para a oração matinal.
- Mais tarde, um grupo de judeus teve acesso ao complexo, circulação considerada provocativa por fiéis muçulmanos.
- O acordo de status quo mantém a administração por uma fundação religiosa jordaniana, permite visitas de judeus, mas proíbe orações no local.
- A reabertura ocorreu um dia depois do cessar-fogo declarado pelos Estados Unidos em relação ao Irã.
A Mesquita de Al-Aqsa, em Jerusalém, reabriu nesta quinta-feira (9) após 40 dias fechada por decisão de Israel, sob alegação de riscos de segurança ligados ao conflito com o Irã. A reabertura ocorreu um dia após o anúncio de um cessar-fogo entre os EUA e o Irã.
Centenas de fiéis muçulmanos participaram da oração matinal ao amanhecer, demonstrando gratidão pela retomada das atividades no local sagrado. A presença reforçou a intenção de manter o espaço aberto aos fiéis.
Ibrahim Abu Rmaileh, morador de Jerusalém, disse ter fé de que a mesquita permanecerá aberta e agradeceu pela reabertura, destacando a importância do momento para a comunidade local.
Contexto do fechamento
Mais tarde, um grupo de judeus teve acesso ao complexo, circulando pelo local e sendo visto pelos fiéis como provocação. O acordo de status quo vigente há décadas determina que o complexo seja administrado por uma fundação religiosa jordaniana, permitindo visitas de judeus, mas proibindo orações no local.
Israel ordenou o fechamento da mesquita em 28 de fevereiro, após ataques atribuídos ao Irã, como medida de segurança. A decisão gerou protestos entre os fiéis muçulmanos.
A reabertura ocorreu um dia após o anúncio de cessar-fogo entre os EUA e o Irã, que influenciou o cenário de tensões na região e o manejo do local sagrado.
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