- A Organização Mundial da Saúde afirmou que é operacionalmente inviável evacuar dois hospitais na área de Jnah, Beirute, sob ordem de desocupação de Israel.
- Os hospitais Rafik Hariri University Hospital e al-Zahraa estão em plena atividade, atendendo feridos dos ataques israelenses de quarta-feira, 8.
- A zona de desocupação inclui ainda um complexo do Ministério da Saúde com cinco abrigos que alojam mais de cinco mil pessoas.
- As Forças de Defesa de Israel emitiram, no início desta manhã, uma ordem de desocupação para vários bairros no sul de Beirute, incluindo áreas que não haviam sido alvo anteriormente.
- Tedros Adhanom Ghebreyesus pediu a revogação da ordem de desocupação, afirmando que a medida é inviável e prejudica o atendimento médico.
O OMS pediu a Israel que revogue a ordem de desocupação para a área de Beirute, dizendo que esvaziar dois hospitais em Jnah é operacionalmente inviável. A medida foi recebida como um entrave à assistência médica em meio a ataques.
Tedros Adhanom Ghebreyesus afirmou que os hospitais Rafik Hariri e al-Zahraa estão operando em plena capacidade e atendendo feridos dos ataques de quarta-feira. A organização reiterou a necessidade de manter serviços de saúde em funcionamento.
A zona de desocupação inclui ainda um complexo do Ministério da Saúde, onde cinco abrigos recebem mais de 5 mil pessoas. A presença de pacientes e equipes médicas é destacada pela OMS como fator sensível.
Contexto operacional e divergência
Hoje cedo, as Forças de Defesa de Israel emitiram uma ampla ordem de desocupação para bairros do sul de Beirute, incluindo áreas que não tinham sido alvo de ataques anteriormente. A medida aumenta tensões e impacta a continuidade de serviços de urgência.
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