- Lula deve confirmar participação no encontro do G7, em junho, em Évian, França, com possibilidade de presença de Donald Trump.
- Uma reunião entre Lula e Trump em Washington, prevista para março, foi adiada, entre outros motivos, pela guerra no Irã.
- Os EUA reduziram parte das tarifas sobre produtos brasileiros durante esse período.
- Washington também retirou sanções impostas ao ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, e à sua mulher, Viviane Barci de Moraes.
O presidente Lula deve confirmar, em breve, sua participação no encontro do G7, marcado para junho em Évian, na França. O evento pode contar com a presença do presidente dos EUA, Donald Trump, abrindo expectativa de um novo encontro entre eles.
Uma visita planejada de Lula a Washington, em março, foi adiada. Entre as razões, destaca-se a escalada da guerra no Irã, que afetou a agenda diplomática entre Brasil e Estados Unidos.
Nesse período, os EUA reduziram parte das tarifas sobre produtos brasileiros e retiraram sanções impostas ao ministro do STF Alexandre de Moraes, e à sua esposa, Viviane Barci de Moraes.
Desdobramentos
A confirmação de Lula para o G7 pode redefinir o calendário diplomático brasileiro. A possível reunião com Trump ainda depende de ajustes institucionais e da agenda de ambos os líderes.
Fontes próximas ao governo lembram que as relações bilaterais passam por temas comerciais, tecnológicos e de cooperação regional. A data do encontro continua em avaliação.
Entre na conversa da comunidade