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Entrada de estrangeiros na UE não terá mais carimbos no passaporte

UE adota controle migratório digital; carimbos de passaporte são substituídos por registro eletrônico, agilizando entradas e reforçando a segurança

Estrangeiros que entrarem na UE não terão mais passaportes carimbados
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  • A partir de dez, estrangeiros que entrarem na União Europeia não terão mais passaportes carimbados, com a adoção de um modelo digital de controle migratório.
  • O sistema, que operava de forma parcial desde outubro do ano passado, visa agilizar entradas e saídas e reforçar a segurança.
  • O registro de um cidadão passa a levar pouco mais de um minuto, em média.
  • Em seis meses, 27 mil pessoas tiveram a entrada recusada pelo controle digital, incluindo 700 consideradas ameaças à segurança.
  • Irlanda e Chipre não aderiram ao novo modelo.

O que aconteceu: a União Europeia adotou um modelo digital de controle migratório para estrangeiros que entram no bloco. A partir desta sexta-feira (10), os passaportes carimbados deixam de ser usados. A mudança ocorreu para agilizar entradas e saídas e melhorar a segurança.

Quem está envolvido: a implementação envolve os estados-membros da UE e a Comissão Europeia, responsável pela coordenação do sistema. O objetivo é padronizar a verificação de fronteiras entre os países do bloco.

Quando e onde: a entrada em vigor ocorreu nesta sexta-feira, em toda a UE. O sistema funciona de forma contínua nas fronteiras externas do bloco, substituindo carimbos físicos por registro digital.

Como funciona e por quê: o registro de cada cidadão passou a levar pouco mais de um minuto, segundo a Comissão. A medida pretende reduzir filas e aumentar a rastreabilidade de viagens e controles.

Adesão e exceções

Em seis meses, 27 mil pessoas tiveram a entrada recusada pelo controle digital na UE, incluindo 700 consideradas ameaças à segurança. Irlanda e Chipre ainda não aderiram ao novo modelo, conforme dados oficiais.

  • O sistema já opera de forma parcial desde outubro do ano passado, com ampliação gradual nos Estados-membros.
  • A Comissão Europeia apontou ganho de eficiência e maior capacidade de detecção de irregularidades como ganhos da mudança.

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