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Governo fecha acordo com os EUA para combater tráfico de armas e drogas

Brasil fecha acordo com Estados Unidos para troca de informações em tempo real no combate ao tráfico de armas e drogas, com foco em armas de origem americana

Governo fecha acordo de cooperação com os EUA para combater o tráfico de armas e drogas
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  • O governo fechou um acordo de cooperação com os Estados Unidos para combater o tráfico de armas e drogas, ampliando a troca de informações entre a Receita Federal e a alfândega norte-americana (CBP).
  • O acordo prevê compartilhamento de dados de inteligência em tempo real e notificação rápida entre as autoridades envolvidas.
  • Dados do Instituto Sou da Paz indicam que a maioria dos fuzis e metralhadoras apreendidos no Brasil é de origem dos Estados Unidos.
  • Nos primeiros três meses deste ano, mais de 1,5 tonelada de drogas apreendidas no Aeroporto de Guarulhos teve origem no território americano.
  • A Polícia Federal destaca a importância da cooperação internacional no combate ao crime organizado, em meio a debates sobre classificar facções brasileiras como grupos terroristas nos Estados Unidos, o que pode impactar a soberania nacional.

O governo assinou um acordo de cooperação com os Estados Unidos para ampliar a troca de informações no combate ao tráfico de armas e drogas. A iniciativa envolve a Receita Federal e a autoridade norte-americana CBP, com compartilhamento de dados de inteligência em tempo real.

A maior parte das armas de alto calibre que chegam ao Brasil ilegalmente teria origem nos EUA, segundo o Instituto Sou da Paz. Dados apontam que 2.581 fuzis e metralhadoras apreendidos no país são fabricados nos EUA.

Nos três primeiros meses deste ano, mais de 1,5 tonelada de drogas apreendidas no Aeroporto de Guarulhos teve origem norte-americana. O ministro Dario Durigan destacou que haverá retorno para aprimorar procedimentos, fortalecendo a cooperação.

A Polícia Federal afirma que a cooperação internacional é essencial no combate ao crime organizado, pois as organizações atuam além fronteiras. O acordo ocorre em meio a debates nos EUA sobre classificar facções brasileiras como grupos terroristas, o que, segundo o governo brasileiro, pode impactar a soberania nacional.

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