- Pesquisas indicam que o Tisza Party, de Péter Magyar, lidera o Fidesz de Viktor Orbán por 19 a 23 pontos entre eleitores prováveis, em meio à campanha para as eleições de 12 de abril.
- Magyar promete maior proteção à privacidade dos dados e acusa o governo de chantagear com um suposto vídeo íntimo gravado em 2024.
- O oposicionista alega ter sido atraído para uma situação comprometedora em um “cairno de mel” e nega uso de drogas, dizendo que o governo usa métodos de serviços secretos para manchar sua imagem.
- Magyar acusa os serviços secretos de mirar os sistemas de TI de seu partido, citando reportagens, semanas antes da votação.
- O líder oposicionista pede que a Rússia se abstha de interferir nas eleições de abril, após reportagem sobre suposto time do Kremlin atuando na embaixada russa em Budapeste; a Rússia nega.
Péter Magyar avança nas pesquisas em meio à campanha para as eleições parlamentares na Hungria, marcando vantagem sobre o governo de Viktor Orbán. Pesquisas indicam o Tisza Party com 19 a 23 pontos acima do Fidesz entre eleitores prováveis. A votação está marcada para 12 de abril.
A oposição afirma que a mensagem central é a proteção de privacidade. Magyar acusa o governo de usar métodos de serviço secreto para difamar o opositor, incluindo alegações de gravações secretas envolvendo um antigo relacionamento, ocorridas em 2024.
Analistas observam que a agenda de segurança nacional aparece como elemento-chave da corrida, com Orbán elevando o nível de alerta e reforçando controles fronteiriços em resposta ao atual ambiente internacional, incluindo tensões com o Irã.
Cenário eleitoral e acusações
Magyar vem mantendo críticas sobre suposta espionagem contra o partido dele, citando relatos da imprensa sobre ataques cibernéticos às plataformas da Tisza Party. O oposicionista também pediu intervenção para evitar intrusão de agentes estrangeiros no pleito.
Observadores destacam que a disputa envolve controvérsias sobre supostos vazamentos de informações e campanhas de difamação. Magyar já apresentou boletim de ocorrência relacionado ao episódio considerado parte da estratégia eleitoral.
Orbán, por sua vez, sustenta que a resposta de segurança nacional fortalece a imagem do governo diante da crise regional, tentando consolidar votos em meio a um cenário de alta intensidade midiática e ações de governo. jornadas de campanha seguem até o dia da eleição.
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