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Delegação dos EUA chega ao Paquistão para negociações com o Irã

Delegação dos EUA chega ao Paquistão para negociações com o Irã buscando fim da guerra; primeiras conversas em Islamabad, com tensão sobre Líbano e Ormuz

O vice-presidente dos EUA, JD Vance, caminhando em direção ao Air Force Two rumo ao Paquistão na sexta-feira (10)
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  • O vice‑presidente dos EUA, JD Vance, chegou ao Paquistão na madrugada de sábado (11) para negociações de paz com o Irã.
  • Um avião do governo dos EUA transportando altos funcionários pousou em Islamabad, segundo fontes paquistanesas.
  • Representantes dos EUA e do Irã iniciam a primeira rodada de negociações em Islamabad, visando pôr fim à guerra que dura seis semanas.
  • O Irã exige que Israel pare com ataques no Líbano; Teerã diz ter boa vontade, mas não confia plenamente nos EUA.
  • Israel e os EUA afirmam que o conflito no Líbano não faz parte do acordo; Trump criticou o regime iraniano nas redes sociais, destacando foco em evitar armas nucleares e no tráfego por Ormuz.

O vice-presidente dos EUA, JD Vance, chegou ao Paquistão na madrugada deste sábado, horário de Brasília, para liderar negociações de paz com o Irã. A chegada ocorreu em Islamabad, capital paquistanesa, segundo fontes locais.

Antes da confirmação oficial, duas fontes paquistanesas disseram à Reuters que um avião do governo dos EUA pousou na capital paquistanesa com altos funcionários americanos a bordo. As negociações visam encerrar a guerra envolvendo Irã e grupos aliídos na região.

Início das negociações e contexto

Representantes dos EUA e do Irã devem realizar a primeira rodada de conversas neste sábado, ainda na madrugada em Brasília, em Islamabad. O Paquistão atua como mediador no conflito regional.

O Irã exige que Israel interrompa ataques no Líbano como condição para avançar no acordo. O principal negociador iraniano afirmou haver boa vontade, mas indicou desconfiança em relação a Washington.

Ponto de tensão regional

Israel e EUA afirmam que o conflito no Líbano não faz parte do acordo em negociação. Nas últimas dias, ataques israelenses no território vizinho provocaram mortes e elevadas tensões na região.

Trump, ex-presidente dos EUA, criticou o regime iraniano em redes sociais, alegando má condução do comércio no Estreito de Ormuz e ressaltando o objetivo de impedir que o Irã obtenha armas nucleares e restabelecer tráfego pelo estreito.

Fonte: informações de Asif Shahzad, Ariba Shahid e Tanvi Mehta, da Reuters.

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