- O vice‑presidente dos EUA, JD Vance, chegou ao Paquistão na madrugada de sábado (11) para negociações de paz com o Irã.
- Um avião do governo dos EUA transportando altos funcionários pousou em Islamabad, segundo fontes paquistanesas.
- Representantes dos EUA e do Irã iniciam a primeira rodada de negociações em Islamabad, visando pôr fim à guerra que dura seis semanas.
- O Irã exige que Israel pare com ataques no Líbano; Teerã diz ter boa vontade, mas não confia plenamente nos EUA.
- Israel e os EUA afirmam que o conflito no Líbano não faz parte do acordo; Trump criticou o regime iraniano nas redes sociais, destacando foco em evitar armas nucleares e no tráfego por Ormuz.
O vice-presidente dos EUA, JD Vance, chegou ao Paquistão na madrugada deste sábado, horário de Brasília, para liderar negociações de paz com o Irã. A chegada ocorreu em Islamabad, capital paquistanesa, segundo fontes locais.
Antes da confirmação oficial, duas fontes paquistanesas disseram à Reuters que um avião do governo dos EUA pousou na capital paquistanesa com altos funcionários americanos a bordo. As negociações visam encerrar a guerra envolvendo Irã e grupos aliídos na região.
Início das negociações e contexto
Representantes dos EUA e do Irã devem realizar a primeira rodada de conversas neste sábado, ainda na madrugada em Brasília, em Islamabad. O Paquistão atua como mediador no conflito regional.
O Irã exige que Israel interrompa ataques no Líbano como condição para avançar no acordo. O principal negociador iraniano afirmou haver boa vontade, mas indicou desconfiança em relação a Washington.
Ponto de tensão regional
Israel e EUA afirmam que o conflito no Líbano não faz parte do acordo em negociação. Nas últimas dias, ataques israelenses no território vizinho provocaram mortes e elevadas tensões na região.
Trump, ex-presidente dos EUA, criticou o regime iraniano em redes sociais, alegando má condução do comércio no Estreito de Ormuz e ressaltando o objetivo de impedir que o Irã obtenha armas nucleares e restabelecer tráfego pelo estreito.
Fonte: informações de Asif Shahzad, Ariba Shahid e Tanvi Mehta, da Reuters.
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