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Tribunal autoriza temporariamente construção do salão de festas da Casa Branca

Tribunal de Apelações autoriza, até 17 de abril, a continuidade da construção do salão de festas da Casa Branca, em meio à disputa sobre a demolição da ala leste

Trabalhadores demolem a fachada da Ala Leste da Casa Branca em 20 de outubro de 2025 em Washington, DC. A demolição faz parte do plano do presidente dos EUA, Donald Trump, de construir um salão de baile, que custará US$ 200 milhões.
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  • Tribunal de Apelações dos Estados Unidos decidiu que a construção do salão de festas da Casa Branca pode seguir pelo menos até 17 de abril.
  • A decisão mantém a possibilidade de recurso após a liminar de 31 de março ter sido suspensa.
  • O projeto de US$ 400 milhões substituirá a antiga ala leste demolida pela residência oficial, segundo Trump, como acréscimo definitivo.
  • O National Trust for Historic Preservation entrou com ação em dezembro, argumentando que a demolição ocorreu sem autorização do Congresso.

Um tribunal de Apelações dos Estados Unidos autorizou, neste sábado (11), que a construção do novo salão de festas da Casa Branca prossiga pelo menos até 17 de abril. A decisão envolve o local da residência oficial em Washington, DC, e a continuidade da obra.

O avanço ocorre após uma liminar de 31 de março ter interrompido a construção, mas sido suspensa para permitir um recurso. A medida permite ao governo manter o cronograma provisional até a próxima etapa judicial.

O projeto, avaliado em US$ 400 milhões, prevê substituir a antiga ala leste, demolida por ordem de Donald Trump, por um salão de baile. Trump descreveu o espaço como um acréscimo definitivo e símbolo duradouro de sua presidência.

O National Trust for Historic Preservation ingressou com processo em dezembro, contestando a demolição da ala histórica, originalmente construída em 1902 e ampliada em 1942. A entidade argumenta que Trump excedeu sua autoridade ao demolir sem autorização do Congresso.

A decisão de hoje não aponta o desfecho final do caso, que permanece sob análise judicial. As informações indicam que novos recursos podem alterar o cronograma de construção caso haja reversão em instâncias futuras.

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