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Alemanha reduz impostos sobre combustíveis por dois meses

Alemanha reduz impostos sobre gasolina e diesel por dois meses, para mitigar impactos da guerra no Oriente Médio; queda de 17 centavos por litro e benefício de 1,6 bilhão de euros

Queremos aliviar os consumidores e a economia em cerca de 1,6 bilhão de euros nos preços dos combustíveis
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  • O chanceler alemão Friedrich Merz anunciou redução de impostos sobre a gasolina e o diesel por dois meses.
  • A medida é de 17 centavos de euro por litro e visa reduzir os impactos da guerra no Oriente Médio, com economia estimada de cerca de 1,6 bilhão de euros nos preços dos combustíveis.
  • A decisão foi comunicada após reunião da União Democrata Cristã com outras legendas da coalizão.
  • A medida ocorre em um contexto de alta do petróleo após o início do conflito entre Estados Unidos, Irã e Israel; a Casa Branca anunciou bloqueio do estreito de Ormuz a partir de segunda-feira.
  • As negociações no Paquistão terminaram sem acordo para encerrar a guerra; o vice-presidente dos Estados Unidos afirmou que o Irã não aceitou os termos, incluindo a exigência de não desenvolver armas nucleares.

A Alemanha anunciou nesta segunda-feira a redução de impostos sobre a gasolina e o diesel por dois meses. A medida, proposta pelo chanceler Friedrich Merz, busca atenuar os impactos da guerra no Oriente Médio sobre a economia e os consumidores.

Segundo o comunicado do CDU, a redução é de cerca de 17 centavos de euro por litro e faz parte de um programa de emergência energética. O objetivo é aliviar os preços dos combustíveis em aproximadamente 1,6 bilhão de euros.

Medida alemã de impostos sobre combustíveis

A iniciativa surge em meio à alta do petróleo após o acirramento do conflito envolvendo Estados Unidos, Irã e Israel. A vigência da redução é limitada a dois meses, conforme anunciado pela coalizão.

Desdobramentos internacionais e negociações

No cenário externo, a Casa Branca informou a atuação da Marinha para bloquear o estreito de Ormuz, a partir de 11h de segunda-feira, para impedir cobranças de passagem pelos iranianos.

Paralelamente, negociações no Paquistão entre EUA e Irã chegaram ao fim sem acordo, mantendo a guerra aberta desde 28 de fevereiro.

O vice-presidente dos EUA, J. D. Vance, afirmou que o Irã não aceitou os termos norte-americanos, com o principal entrave sendo a questão nuclear.

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