- Amanda Ungaro, ex-modelo brasileira, publicou ameaças nas redes contra Donald Trump e Melania Trump, afirmando ter provas de convívio com o casal e de conivência da primeira-dama com Epstein.
- As declarações surgiram após Melania negar qualquer relação com Epstein; a brasileira diz ter convivido com o casal por cerca de 20 anos e possuir evidências.
- Ela prometeu tomar medidas legais e afirmou que derrubaria o “sistema corrupto”, dizendo que pode revelar quem é e quem é o marido.
- Ungaro foi deportada dos Estados Unidos em 2025 pelo ICE, após 23 anos no país; atribui a expulsão à influência política de Paolo Zampolli, ex-marido e atual enviado especial de Trump.
- Zampolli, que atuou com Trump desde 2004, tem relação com Epstein; Ungaro afirma ter embarcado no Lolita Express em 2002, aos 17 anos, e ter visto cerca de 30 meninas, além de acusar o ex-marido de abusos e de frequentar eventos com Sean Combs.
A ex-modelo brasileira Amanda Ungaro, 41 anos, publicou uma série de mensagens nas redes sociais ameaçando revelar informações sobre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e a primeira-dama Melania Trump. As postagens, realizadas no X e agora removidas, classificaram Trump como pedófilo e sugeriram conivência de Melania com crimes atribuídos a Jeffrey Epstein.
Amanda afirma que conviveu com o casal por cerca de 20 anos e diz possuir provas para sustentar as acusações. Em tom agressivo, a ex-modelo afirmou que derrubaria o que chama de sistema corrupto, indicando que pode recorrer a medidas legais contra o casal.
A brasileira foi deportada dos Estados Unidos em 2025 pelo ICE, após 23 anos no país, segundo ela em razão de atuação política de seu ex-marido, Paolo Zampolli. O empresário italiano, atual enviado especial de Trump para parcerias globais, mantém disputa judicial com Amanda pela guarda do filho de 15 anos.
Ligações com Epstein e Diddy
Conforme registros judiciais, Paolo Zampolli mantenha vínculos com o círculo próximo de Epstein, incluindo o próprio financista. Amanda relatou ter participado, em 2002, de uma viagem a bordo do Lolita Express aos 17 anos, acompanhada de Jean-Luc Brunel, apontado como olheiro do esquema.
Ela afirma ainda ter visto dezenas de jovens durante a viagem, descrevendo-as como participantes que pareciam mais estudantes do que modelos. Além disso, a ex-modelo acusou o ex-marido de abusos sexuais e agressões ao longo de quase duas décadas de relacionamento, e mencionou participações em eventos noturnos com o produtor Sean Combs.
A ex-modelo foi convidada a depor perante o Comitê de Supervisão do Congresso dos EUA, que investiga o tema, mas ainda não recebeu intimação oficial. A reportagem não confirma as acusações apresentadas, e nem todas as alegações foram verificadas de forma independente.
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