- O chanceler alemão Friedrich Merz pediu a Netanyahu para encerrar as hostilidades no Líbano e iniciar negociações diretas de paz com o governo libanês, ressaltando que o Hezbollah deve se desarmar.
- Merz expressou grave preocupação com os acontecimentos nos territórios palestinos em ligação a Netanyahu e pediu que não haja anexação parcial da Cisjordânia.
- Diplomatas de Israel e do Líbano devem se reunir em Washington na terça-feira para discutir um possível cessar-fogo e o início de negociações entre os dois países.
- O presidente libanês, Joseph Aoun, afirmou esperar que a reunião resulte em cessar-fogo; o Hezbollah pediu ao governo libanês que não negocie com Israel.
- As forças israelenses e o Hezbollah continuam trocando ataques, e autoridades libanesas dizem que mais de 2 mil pessoas morreram no país desde 2 de março.
O chanceler alemão, Friedrich Merz, pediu ao premier israelense, Benjamin Netanyahu, que cesse as hostilidades no Líbano. O pedido envolve retomar negociações de paz diretas com o governo libanês e exigir o desarmamento do Hezbollah, grupo apoiado pelo Irã. Merz manifestou também grave preocupação com a situação nos territórios palestinos em telefonema com Netanyahu.
Segundo o porta-voz Stefan Kornelius, Merz enfatizou que não deve haver avanços com ações unilaterais no Líbano e manteve a posição de buscar vias diplomáticas para reduzir a violência. O governo alemão busca manter o foco em uma resposta coordenada à escalada entre Israel e o Hezbollah.
Diplomatas israelenses e libaneses devem se reunir em Washington nesta terça-feira para discutir um possível cessar-fogo e avançar nas negociações entre os dois países, conforme informou a presidência libanesa. A reunião ocorre no Departamento de Estado dos EUA, com participação de representantes de Israel, do Líbano e da parte norte-americana.
O Líbano citou que não negociaria sem um cessar-fogo, enquanto Israel condicionou o encerramento das hostilidades ao regime do Hezbollah. O encontro também visa definir datas para o início das negociações formais entre os dois países. A expectativa é que a reunião traga encaminhamentos para reduzir a violência na região.
As forças de Israel e o Hezbollah continuam trocando ataques. Autoridades libanesas disseram que mais de 2 mil pessoas morreram no país desde 2 de março. O balanço ressalta a gravidade do conflito na região e a pressão por soluções diplomáticas rápidas.
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