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Ativista invade restaurante, resgata lagosta e a devolve ao mar por engano

Ativista invade restaurante, resgata lagosta que era mascote educativo; Justiça impõe cautelar de três anos e punição leve, sem prisão

Ativista "resgatou" lagosta sem saber que o animal era de estimação
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  • Em Weymouth, Inglaterra, a ativista Emma Smart invadiu o restaurante Catch at the Old Fish Market e pegou uma lagosta viva de um tanque para soltá-la no mar.
  • A lagosta era mascote do dono, Anthony Cooper, usado há cerca de dois anos e meio para fins educativos com crianças, e não para consumo.
  • Imagens mostram o momento em que a funcionária tenta impedir a ação; Emma saiu com o animal e o jogou no mar, não sendo visto desde então.
  • A Justiça considerou a ação impulsiva e equivocada; ela recebeu medida cautelar de três anos para se manter afastada do restaurante e uma punição leve, sem prisão.
  • A ativista já havia sido presa em novembro de 2021 por protesto climático; houve incidentes anteriores no mesmo local, incluindo um confronto com o naturalista David Attenborough.

Uma ativista dos direitos dos animais invadiu um restaurante em Weymouth, Inglaterra, para resgatar uma lagosta viva, acreditando que seria preparada para consumo. O animal era, na verdade, mascote educativo do dono do estabelecimento. A ação ocorreu no Catch at the Old Fish Market, nesta semana.

Emma Smart, 47 anos, foi flagrada caminhando até a entrada do restaurante e entrando em seguida. Ela se dirigiu a um tanque com a lagosta e, após duelo com funcionários, conseguiu pegar o animal e sair rapidamente.

Do lado de fora, a ativista foi perseguida por funcionários até o porto próximo. Ela jogou a lagosta no mar, sem confirmação de sobrevivência. O restaurante informou que o animal era usado para visitas escolares há dois anos e meio.

Detalhes do ocorrido

As imagens mostram a tentativa de contenção por funcionários e o confronto com Emma dentro do local. Ela conseguiu se desvencilhar e, fora, continuou a gritar, dificultando a remoção pelos presentes.

Medidas legais e consequências

A Justiça britânica considerou a ação impulsiva e equivocada. Emma recebeu uma medida cautelar impedindo-a de se aproximar do restaurante por três anos. Também foi aplicada uma punição leve, sem prisão, por não haver intenção de causar sofrimento.

A defesa afirmou que a ativista agiu por preocupação com o bem-estar animal. O juiz destacou que a atitude poderia ter colocado a lagosta em risco e foi eticamente incorreta.

Histórico da ativista

Em pleitos anteriores, Emma já teve confrontos públicos, incluindo ocorrências com figuras do movimento ambiental. Nesta ocasião, o restaurante solicitou apoio policial para a retirada da ativista do local.

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