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Babá era espiã da KGB e acusada de envenenamento do marido

Babá da infância de Laura Ramos era espiã da KGB; anos depois, o marido italiano morre envenenado no sofá onde lhe oferecia leite

A espiã dava o lanche depois da escola para a escritora argentina Laura Ramos quando ela tinha cerca de 7 anos
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  • África de las Heras, espiã soviética, atuou como babá de Laura Ramos na infância, buscando Laura e o irmão na escola e levando-os para casa para o lanche.
  • Anos depois, o marido italiano da mulher morreu envenenado no mesmo endereço.
  • Ela não se chamava María Luisa, nem era apenas babá, costureira ou dona de casa em Montevidéu nos anos cinquenta e sessenta.
  • A reportagem aponta uma ligação entre a atuação da espiã e o envenenamento no local.

A reportagem aponta que a espiã soviética África de las Heras atuou, na infância, como babá de Laura Ramos em Montevidéu. Segundo relatos, ela buscava Laura e o irmão na escola e os levava para o lanche em sua casa. A relação ocorreu entre as décadas de 1950 e 1960.

Anos depois, no mesmo endereço, o marido italiano da mulher teria morrido por envenenamento, segundo as informações divulgadas. A identidade da mulher e os papéis que desempenhava são apresentados com base em fontes históricas.

A pessoa identificada como África de las Heras não se chamava María Luisa, conforme explicam os relatos. Além de não ser apenas babá, nem costureira ou dona de casa no período, a narrativa sugere uma atuação ligada a atividades de espionagem.

Historicamente, o caso envolve a ambientação de Montevidéu no auge da Guerra Fria, quando espiões realizavam operações diversas em países da região. A reportagem descreve o contexto sem confirmar todos os detalhes de forma independente.

Resumo dos acontecimentos: a mulher atuou como cuidadora de crianças na infância de Laura Ramos, em Montevidéu, e, anos depois, houve a morte por envenenamento do marido italiano no mesmo endereço. As informações seguem em apuração e dependem de fontes históricas diversas.

Contexto e desdobramentos

O material disponível sugere ligações entre atividades de espionagem e eventos familiares na região. A história não define, neste momento, responsabilidades ou motivações para o crime alegado.

Fontes consultadas indicam que a narrativa envolve identidade contestada e mudanças de descrição ao longo do tempo. Não houve confirmação oficial de envolvimento direto da mulher com ações além da esfera doméstica.

O tema permanece sob investigação histórica, com ênfase na veracidade dos nomes, cargos e datas. A apuração continua para esclarecer se há ligações entre os episódios e ações de espionagem atribuídas à figura mencionada.

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